Zucco e Brizola empatam tecnicamente no 1º turno no RS, diz pesquisa
Levantamento realizado com 1.352 eleitores no Rio Grande do Sul registra 36,4% das intenções de voto para Zucco e 31,3% para Juliana Brizola. A diferença de 5,1 pontos está dentro da margem de erro e configura empate técnico.

Divulgação
Uma pesquisa da Paraná Pesquisas sobre a disputa ao governo do Rio Grande do Sul aponta empate técnico no 1º turno entre Zucco, do PL, e Juliana Brizola, do PDT. Zucco registra 36,4% das intenções de voto, enquanto Brizola aparece com 31,3%. A diferença de 5,1 pontos está dentro da margem de erro do levantamento.
Diferença está dentro da margem estatística
Considerando a margem de erro de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, os intervalos das duas candidaturas se sobrepõem. Isso significa que, do ponto de vista estatístico, não há elementos suficientes para afirmar que um candidato esteja à frente do outro neste momento da campanha. O empate técnico, no entanto, não indica igualdade numérica entre as intenções de voto.
A pesquisa ouviu 1.352 eleitores no Rio Grande do Sul entre os dias 16 e 18 de setembro de 2026. O nível de confiança é de 95%, padrão utilizado em levantamentos desse tipo para estimar o comportamento do eleitorado com base em uma amostra. Como ocorre em qualquer pesquisa de intenção de voto, o cenário pode mudar conforme avançam a campanha, a exposição dos candidatos e a definição do eleitorado ainda indeciso.
Resultado aponta disputa competitiva no Rio Grande do Sul
A proximidade entre os dois principais nomes reforça o caráter competitivo da corrida ao Palácio Piratini. Zucco aparece com vantagem numérica no cenário medido, mas Brizola permanece em condição estatística equivalente. A disputa tende a depender da capacidade de ambos de ampliar rejeições ao adversário, consolidar alianças e conquistar eleitores que ainda não definiram seu voto para o governo estadual.
O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RS-00319/2026. O custo informado foi de R$ 135.280, com pagamento feito pelo Partido Liberal. A divulgação de informações sobre metodologia, data de campo, tamanho da amostra e financiamento é essencial para permitir a avaliação adequada da pesquisa e sua comparação com outros levantamentos realizados durante o ano eleitoral.
Até a conclusão da votação, novos estudos poderão mostrar alterações na correlação de forças. Para ser considerada uma mudança real de cenário, uma diferença entre candidatos precisa ser analisada em conjunto com a margem de erro, o momento político e a evolução das pesquisas ao longo do tempo.
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