
TSE dá 24 horas para Meta comprovar isonomia entre Lula e Flávio
Meta é notificada a apresentar provas de igualdade no tratamento das campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro nas redes sociais, sob pena de multa milionária.

Meta é notificada a apresentar provas de igualdade no tratamento das campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro nas redes sociais, sob pena de multa milionária.

A seis dias do segundo turno, uma nova pesquisa aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por quatro pontos percentuais nos votos válidos, indicando uma reta final acirrada na corrida presidencial.

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (19) indica 51,1% das intenções de votos válidos para o senador, enquanto o presidente Lula aparece com 48,9%. A pesquisa ouviu quase 5 mil eleitores.

A seis dias do segundo turno, um novo levantamento do PoderData/Aya revela mudanças nos índices de rejeição dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O petista viu sua rejeição aumentar levemente para 48%, enquanto a do senador recuou para 44%, indicando uma reta final de campanha com o eleitorado ainda em ebulição.

Levantamento BTG/Nexus aponta empates técnicos em cenários de segundo turno e espontâneo, além de aprovação governamental dividida.

Uma nova pesquisa BTG/Nexus mostra o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 48,8% de desaprovação e 47,2% de aprovação. O levantamento também indica um empate técnico na corrida presidencial entre Lula e Flávio, tanto no cenário estimulado quanto no espontâneo, refletindo a alta polarização do eleitorado brasileiro.

Presidente Lula cumpre agenda no Sul, enquanto senador Flávio Bolsonaro foca no Norte do país em atos públicos e motociatas.

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinaliza apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública e estuda a criação de um ministério dedicado à área, visando intensificar o combate ao crime organizado em colaboração com estados e municípios.

Senador do PL pede que presidente não coloque "mão no fogo" por Fábio Luís Lula da Silva, citando acusações de lobista durante confronto na Band. Lula defende apuração e diz que filho está à disposição.

Presidente Lula, em ato de campanha, acusa apoiadores de Flávio Bolsonaro de "trair" a pátria e questiona referência a armamento dos Estados Unidos em manifestação.

No primeiro confronto direto do segundo turno na TV Band, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protagonizou um momento de alta tensão ao desafiar Flávio Bolsonaro (PL) e, de forma inusitada, pedir o voto do ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente detido, alegando superioridade em relação ao filho do ex-mandatário.

Em um embate acalorado durante o debate presidencial da Band, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma declaração contundente ao senador Flávio Bolsonaro sobre o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Lula afirmou que Vorcaro ascendeu ao posto de banqueiro no governo anterior e foi detido em sua gestão, reagindo a questionamentos sobre uma reunião sigilosa e as investigações que cercam o empresário.

Apoiadores do candidato Luiz Inácio Lula da Silva promoveram uma série de manifestações pelo país neste domingo (18), com destaque para eventos grandiosos no Rio de Janeiro e Salvador. Ícones da música brasileira como Caetano Veloso e Gilberto Gil comandaram os atos, em um esforço de mobilização a uma semana do segundo turno das eleições, enquanto o cenário político se intensifica com pesquisas indicando uma disputa acirrada.

A lobista Roberta Luchsinger publicou um novo vídeo nas redes sociais intensificando suas acusações contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após o debate presidencial, Luchsinger rechaçou a fala do petista e o chamou de "mentiroso", alegando que ele e seus ministros omitem a verdade sobre a relação dela com o governo e o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Lula, por sua vez, classificou Luchsinger como um "problema da Polícia Federal" durante o mesmo debate.

Em um dos momentos mais tensos do primeiro debate presidencial do segundo turno na Band, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) provocou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao pedir que ele escrevesse a palavra 'corrupto', associando-a diretamente à sigla do Partido dos Trabalhadores. O embate foi marcado por intensas trocas de acusações sobre corrupção e ataques pessoais.

O primeiro debate do segundo turno presidencial, realizado pela Band, foi palco de um embate acalorado entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro. As discussões se intensificaram com acusações de mentira, questionamentos sobre gastos públicos e uma controvertida fala de Lula que chamou o senador de “malandro carioca”, gerando uma reação imediata de Flávio, que se solidarizou com os moradores do Rio de Janeiro.

Durante o debate presidencial na Band, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro protagonizaram um embate acalorado. O presidente cobrou explicações sobre repasses de um banqueiro para um filme sobre Jair Bolsonaro, enquanto o senador contra-atacou mencionando supostos valores destinados ao Instituto Lula pelo mesmo empresário.

Presidente destaca investimentos em inovação e tecnologia como chave para o futuro econômico do Brasil, com foco em áreas como a economia digital e a sustentabilidade.

Em debate na Band, presidente Lula rebateu questionamento de Flávio Bolsonaro sobre saídas temporárias de presos, levantando a hipótese de que um eventual indulto ao ex-presidente poderia beneficiar outras pessoas, como o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Em acalorado debate presidencial, Flávio Bolsonaro (PL) confrontou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a manutenção das saídas temporárias de presos, as "saidinhas". Enquanto o senador citou casos de vítimas de crimes cometidos por beneficiados, Lula defendeu a medida como parte do processo de ressocialização para detentos com bom comportamento, acirrando a discussão sobre segurança pública e direitos no sistema prisional.

Em suas considerações finais durante um debate, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou otimismo quanto ao futuro econômico do Brasil, projetando um 'salto de qualidade' para o país. Ele reforçou a defesa do fortalecimento das empresas estatais, criticando privatizações anteriores e destacando planos para impulsionar a indústria naval e de fertilizantes, visando a geração de empregos e o crescimento nacional.

Em um dos momentos mais tensos do debate eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs ao senador Flávio Bolsonaro que ambos abram os sigilos bancário e telefônico de suas famílias ao Supremo Tribunal Federal e ao Tribunal Superior Eleitoral, visando esclarecer acusações de corrupção antes do segundo turno.

Em meio à corrida presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica o ataque ao senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato ao segundo turno, ao cobrar explicações sobre o emprego da mãe e da esposa do miliciano Adriano da Nóbrega em seu gabinete. Nóbrega era apontado como integrante do 'Escritório do Crime', organização investigada pelo assassinato de Marielle Franco.

O primeiro debate do segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, transmitido pela Band, gerou uma onda de interesse público refletida em picos de busca no Google. Termos relacionados a acusações contra Flávio e questionamentos sobre Lula e a economia argentina registraram aumentos superiores a 1.000%, evidenciando a intensidade do confronto eleitoral.