Lula defende Pec da Segurança e cogita Ministério para combater crime organizado
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinaliza apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública e estuda a criação de um ministério dedicado à área, visando intensificar o combate ao crime organizado em colaboração com estados e municípios.

Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou nesta segunda-feira (18) a importância da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, destacando que, caso a medida seja sancionada pelo Senado, seu governo pretende instituir o Ministério da Segurança Pública. A iniciativa visa fortalecer a atuação federal no enfrentamento à criminalidade, estabelecendo uma colaboração mais estreita com as esferas estadual e municipal.
Avanço na segurança pública
Em sua declaração, o presidente explicou que a criação do ministério, atrelada à aprovação da PEC, permitirá uma intervenção federal mais efetiva em estados e municípios, atuando em conjunto com as forças locais. Lula ressaltou que o governo já tem implementado medidas importantes, como a lei antifacção e o endurecimento das penas para integrantes de organizações criminosas, buscando atingir as diversas camadas de atuação dessas redes.
Combate em diferentes níveis
O chefe do Executivo enfatizou que o combate à criminalidade deve ser abrangente, alcançando desde as ações mais visíveis até as estruturas mais complexas do crime organizado. A estratégia, segundo ele, é clara: “Nós já estamos combatendo o crime organizado da esquina ao andar de cima”, afirmou, demonstrando o compromisso em desarticular essas organizações em todos os seus níveis.
Proteção e prisão como lemas
Ao finalizar sua participação em um debate eleitoral, Lula concluiu que a aprovação da PEC da Segurança Pública será fundamental para ampliar a cooperação intergovernamental, permitindo a recuperação de territórios que se encontram sob o domínio de grupos criminosos. A mensagem final do presidente foi direta e objetiva: “Para o trabalhador e para a comunidade, proteção; para o bandido, prisão”, sintetizando a visão de seu governo para a área de segurança pública.
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