Flávio Bolsonaro encerra campanha no Rio com gesto de 'vitória' e afirma: 'eleição já acabou'
O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, concluiu sua campanha de rua para o primeiro turno no Rio de Janeiro com uma moto-carreata. Ao lado de aliados, ele fez um gesto indicando que a eleição já estava decidida e proferiu declarações confiantes sobre a vitória. Mais cedo, ele participou de outro ato em São Paulo com Tarcísio de Freitas, reforçando a estratégia de mobilização intensa às vésperas da votação.

Divulgação
O candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência, Flávio Bolsonaro, concluiu sua campanha de rua para o primeiro turno neste sábado, 3 de outubro de 2026, com uma vibrante moto-carreata que percorreu a Zona Oeste do Rio de Janeiro. Em um evento marcado pela confiança e demonstrações de apoio, o senador buscou galvanizar seus eleitores às vésperas da votação, sinalizando otimismo em relação ao resultado das urnas.
Manifestação de confiança na Zona Oeste
Partindo de Campo Grande em direção a Bangu, Flávio Bolsonaro liderou o comboio de motocicletas ao lado de importantes aliados políticos, como o candidato ao governo do Estado, Douglas Ruas (PL), e o candidato ao Senado, Carlos Jordy (PL). Apesar de a concentração ter sido agendada para as 15h, o deslocamento teve início um pouco depois das 16h, impulsionado pela expectativa dos apoiadores. Durante o trajeto, o candidato proferiu declarações de forte teor eleitoral, afirmando: "Esse é o último ato na rua antes de vencer a eleição" e complementando que seus eleitores verão "o Bolsonaro subindo a rampa do Planalto", reforçando ainda a máxima "Meu partido é Deus, pátria e família".
Gestos simbólicos e a mensagem dos apoiadores
Um dos momentos que mais chamou atenção foi o gesto de "acabou" feito por Flávio Bolsonaro com as mãos durante o percurso, comumente utilizado em competições esportivas para indicar uma vitória iminente ou já definida. Essa atitude reforçou a mensagem de que a eleição, para ele, já estaria decidida. Não houve pronunciamento final do candidato nem interação com jornalistas antes do início da carreata, conforme a agenda divulgada. Entre os presentes, destacavam-se apoiadores com máscaras do ex-presidente Jair Bolsonaro, faixas com os dizeres "Fora Lula", fantasias de presidiário em crítica ao atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e um mar de bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos, compondo um cenário visualmente carregado de simbologia política.
Atividade em São Paulo precedeu ato no Rio
A agenda de Flávio Bolsonaro neste sábado foi intensa, começando no interior de São Paulo. Pela manhã, o candidato participou de outra moto-carreata, desta vez entre as cidades de Santa Bárbara d’Oeste e Americana. Nesse evento, ele esteve acompanhado por figuras importantes do cenário político paulista, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o candidato ao Senado, Guilherme Derrite (PP), demonstrando a amplitude de sua mobilização eleitoral em diferentes estados estratégicos.
Rio de Janeiro: palco da largada e chegada da campanha
O Rio de Janeiro, estado pelo qual Flávio Bolsonaro exerce seu mandato no Senado e que foi o berço de sua trajetória política, foi estrategicamente escolhido para sediar tanto o lançamento quanto o encerramento da sua campanha de rua no primeiro turno. A cidade, que tem um forte apelo eleitoral e simbólico para o grupo político do candidato, serviu como um cenário constante para as suas mobilizações. A escolha reafirma a conexão do senador com a base eleitoral fluminense.
Sequência de mobilizações na capital fluminense
A campanha de Flávio Bolsonaro na capital fluminense foi marcada por uma série de atos. O pontapé inicial foi dado em 16 de agosto, com um evento na Praia de Copacabana, próximo ao Posto 5. Na ocasião, em um discurso de 34 minutos, o candidato abordou temas como segurança pública e economia, com uma estimativa de 8.900 pessoas no pico do evento. Uma semana antes do encerramento, em 26 de setembro, ele já havia realizado outra moto-carreata no Rio, partindo da Barra Olímpica e percorrendo diversos bairros. Essas mobilizações sucessivas no estado visavam solidificar o apoio e manter a chama da campanha acesa até o último momento antes da votação, marcada para o domingo, 4 de outubro.
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