Café e cacau abrem o dia em baixa na bolsa de Nova York
Café arábica e cacau recuam nas cotações internacionais, pressionados por vendas de fundos e expectativas de maior oferta. Açúcar e algodão também caem, enquanto o suco de laranja registra alta.

Divulgação
Café e cacau iniciam a sessão desta terça-feira em queda na bolsa de Nova York. As cotações das principais commodities agrícolas acompanham movimentos de ajuste nos contratos futuros, com pressão sobre o café arábica e sinais de ampliação da oferta internacional de cacau.
Café arábica recua com vendas de fundos
Os contratos de café arábica com entrega para dezembro de 2026 registram queda de 1,12%, sendo negociados a 2,8725 centavos de dólar por libra-peso. O movimento negativo ocorre em um dia marcado por posições vendedoras de fundos de investimento, que contribuem para a pressão sobre os preços da commodity.
Expectativa de maior oferta pesa sobre o cacau
O cacau também opera em baixa, com recuo de 0,8% nos contratos com vencimento em dezembro de 2026. A amêndoa é cotada a US$ 5.971 por tonelada, diante da expectativa de aumento na oferta proveniente da Costa do Marfim, um dos principais produtores mundiais do produto.
Açúcar e algodão acompanham o movimento negativo
Outras commodities agrícolas também recuam na sessão. Os contratos de açúcar com vencimento em outubro de 2026 caem 0,61% e são negociados a US$ 18,06 por libra-peso. O algodão registra uma redução mais moderada: os contratos da pluma com entrega para dezembro de 2026 recuam 0,28%, cotados a 84,27 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja fecha o grupo em alta
Na direção oposta, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado operam em alta. Os papéis mais negociados, com vencimento em novembro de 2026, estão cotados a US$ 1,5405 por libra-peso, com valorização de 1,24%. O resultado destaca o suco de laranja como a principal commodity do grupo com ganhos na abertura do pregão.
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