Hidrômetro furtado: saiba o que fazer e como evitar o crime
Em caso de furto do hidrômetro, o cliente deve registrar um boletim de ocorrência e solicitar a troca à Sabesp. Com o documento, a substituição é gratuita e deve ser feita em até 48 horas.

Divulgação
O furto de hidrômetros tem chamado a atenção em cidades paulistas como Campinas, Jundiaí, Piracicaba e Bragança Paulista. Além de prejudicar a medição do consumo, a retirada criminosa do equipamento pode interromper o fornecimento de água, provocar vazamentos e causar danos às instalações internas dos imóveis.
O que fazer após o furto
Quem identificar que o hidrômetro foi roubado deve registrar imediatamente um boletim de ocorrência e comunicar o fato à Sabesp para solicitar a instalação de um novo aparelho. O BO é indispensável para comprovar a situação e dar início ao procedimento de substituição junto à concessionária.
Com a apresentação do boletim, a troca do hidrômetro é gratuita. Sem o documento, o consumidor pode ser obrigado a pagar pelo equipamento e pelos serviços necessários à reposição, conforme as regras aplicáveis ao serviço. Por isso, é importante guardar o número do registro e acompanhar o atendimento até a conclusão da instalação.
Prazo de troca e cobrança da conta
O prazo previsto para a reposição do hidrômetro é de até 48 horas. Enquanto o novo aparelho não é instalado, a conta de água continua sendo calculada pela média de consumo registrada antes do furto. Após a substituição, a cobrança volta a considerar a leitura efetiva do equipamento.
Como reduzir o risco de novos furtos
A Sabesp recomenda a instalação da Caixa UMA, sigla para Unidade de Medição de Água, desenvolvida para proteger o hidrômetro contra furtos, vandalismo e desgaste. Em abrigos de alvenaria, outra medida indicada é a colocação de grades de proteção, desde que não impeçam a leitura, a manutenção ou o acesso autorizado ao equipamento.
Suspeitas devem ser comunicadas à polícia
Moradores que perceberem movimentações estranhas ou tentativas de retirada do hidrômetro devem acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. Imagens de câmeras de segurança também podem ser entregues às autoridades quando estiverem disponíveis, auxiliando na identificação dos responsáveis. A comunicação rápida ajuda a limitar prejuízos, evitar desperdício de água e prevenir que outros imóveis da mesma região sejam atingidos.
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