Soja abre o dia em queda na bolsa de Chicago
Contratos futuros da soja recuam 0,83% em Chicago, pressionados pela realização de lucros e pelo enfraquecimento do óleo de soja. Milho e trigo também operam em baixa.

Divulgação
A soja abriu o dia em queda nesta sexta-feira, 18 de setembro, na Bolsa de Chicago, principal referência internacional para os contratos futuros da oleaginosa. As negociações para entrega em novembro de 2026 registravam recuo de 0,83%, com cotação de US$ 13,1125 por bushel. O movimento indica maior cautela dos investidores e perda de força do grão no mercado externo.
Soja sofre com realização de lucros
Entre os fatores que pressionam a commodity está a realização de lucros por parte dos investidores, movimento comum após períodos de alta ou de maior volatilidade nos preços. O recuo nas cotações do óleo de soja também contribui para o desempenho negativo, reduzindo o atrativo do complexo e influenciando as expectativas para os próximos contratos.
Milho acompanha o movimento de baixa
O milho também opera em queda, acompanhado pelo avanço da colheita e pela formação de um cenário de maior oferta no mercado. Os contratos para dezembro de 2026 recuavam 0,19%, cotados a US$ 5,2925 por bushel. Apesar do movimento mais moderado, o grão reflete a atenção dos operadores aos trabalhos de campo e às estimativas de produção.
Trigo também registra recuo
O trigo segue a mesma tendência das demais culturas acompanhadas na praça internacional. Os contratos para dezembro de 2026 caíam 0,55%, sendo negociados a US$ 7,25 por bushel. A baixa mostra que o ambiente permanece desafiador para os principais grãos, com os preços sensíveis à oferta, ao ritmo das colheitas e ao comportamento da demanda global.
Para o agronegócio brasileiro, as cotações internacionais continuam sendo um termômetro importante para a comercialização da nova safra e para a formação dos preços internos. A oscilação em Chicago pode influenciar diretamente as negociações com produtores, tradings e indústrias, especialmente em um momento de atenção às condições climáticas e ao fluxo de exportações.
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