Sergio Moro lidera disputa pelo governo do Paraná, diz pesquisa
Levantamento realizado com 1.280 eleitores aponta Sergio Moro com 44,7% das intenções de voto, contra 23% de Requião Filho. Moro também registra menor rejeição entre os principais concorrentes.

Divulgação
Sergio Moro (PL) lidera a disputa pelo governo do Paraná, com 44,7% das intenções de voto no primeiro turno. Requião Filho (PDT) aparece em segundo lugar, com 23%. A vantagem do senador é de 21,7 pontos percentuais em um cenário que ainda pode ser alterado pela campanha eleitoral.
Vantagem indica liderança consolidada no momento da pesquisa
O levantamento ouviu 1.280 eleitores paranaenses entre os dias 15 e 17 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%. Considerando os intervalos técnicos, os percentuais dos dois primeiros colocados não se sobrepõem, o que reforça a liderança de Moro no momento das entrevistas.
Para o senador, o desafio será transformar a vantagem nas urnas e ampliar a transferência de votos entre eleitores que ainda não definiram seu candidato. Requião Filho, por sua vez, precisará reduzir a distância e conquistar parte dos indecisos, além de buscar apoio entre eleitores insatisfeitos com os demais nomes da disputa.
Requião Filho registra a maior rejeição
A pesquisa também mediu a rejeição aos candidatos ao Palácio Iguaçu. Requião Filho foi citado por 37,8% dos entrevistados, o maior percentual do grupo. Sergio Moro aparece com 26,6%, enquanto Sandro Alex (PSD) registra 12,2%. Tayná Miessa (UP) tem 6,8%, Adriano Funileiro (PCO) e Samuel de Mattos (PSTU) somam 5,9% cada, Alexandre Salomão (Mobiliza) alcança 5,7% e Luiz França (Missão) fica com 4,8%.
Entre os entrevistados, 13,4% não souberam ou não quiseram opinar sobre rejeição, e 5,9% afirmaram que poderiam votar em todos os candidatos. Os números mostram que, além da preferência eleitoral, a capacidade de reduzir rejeições pode ser decisiva para definir os apoios e as estratégias nos próximos meses de campanha.
O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PR-01022/2026 e foi pago pela Sedek Serviços, Tecnologia e Informação, pelo valor de R$ 40 mil. Como ocorre em qualquer levantamento eleitoral, os resultados representam uma fotografia da corrida naquele momento e poderão ser influenciados por alianças, tempo de propaganda, debates e acontecimentos políticos até o dia da votação.
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