Indonésia habilita 21 unidades brasileiras para exportar carne e miúdos
Autoridade sanitária da Indonésia aprovou 21 estabelecimentos brasileiros após auditoria presencial. Com as novas habilitações, o país passa a contar com 73 unidades autorizadas para atender ao mercado indonésio.

Divulgação
A Indonésia ampliou o conjunto de estabelecimentos brasileiros autorizados a exportar carne e miúdos bovinos. Ao todo, 21 unidades foram aprovadas após auditoria presencial realizada entre 27 de junho e 5 de julho de 2026, em articulação com o Ministério da Agricultura e Pecuária.
Habilitações alcançam dez estados
As novas unidades estão distribuídas pelo Acre, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Tocantins. Com a liberação, o número de estabelecimentos brasileiros credenciados para atender ao mercado indonésio aumentou de 52 para 73.
A aprovação reforça a confiança das autoridades indonésias no sistema brasileiro de defesa agropecuária e amplia a capacidade de atendimento de um dos mercados asiáticos mais relevantes para a pecuária nacional. A medida também pode fortalecer cadeias produtivas locais e gerar novos negócios em diferentes regiões do país.
Indonésia ganha peso nas exportações
Com mais de 280 milhões de habitantes, a Indonésia representa uma oportunidade crescente para os produtores brasileiros. Em 2025, o Brasil enviou 31.511 toneladas de carne bovina ao país. No primeiro semestre de 2026, o volume exportado já chegou a 17.461 toneladas, indicando manutenção do ritmo comercial.
Os miúdos bovinos também apresentam crescimento expressivo. Nos primeiros seis meses de 2026, foram embarcadas 21.191 toneladas do produto para a Indonésia. O avanço colocou o país asiático na segunda posição entre os principais destinos desses produtos brasileiros.
Mercado exige padrão sanitário rigoroso
A entrada de novos estabelecimentos no cadastro indonésio exige o cumprimento de exigências sanitárias específicas e aumenta a competitividade das empresas brasileiras no comércio internacional. A ampliação das habilitações oferece mais alternativas de escoamento para a produção nacional e consolida a presença do Brasil em um mercado de grande potencial para carne e subprodutos bovinos.
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