Café, cacau e demais commodities recuam em Nova York ante previsão de oferta mais ampla
Commodities agrícolas operam em queda na bolsa de Nova York, pressionadas pela expectativa de oferta global abundante. Café, cacau, açúcar, algodão e suco de laranja registram recuos nesta manhã.

Divulgação
Café, cacau, açúcar, algodão e suco de laranja operam em queda nesta manhã de quinta-feira (17/9) na bolsa de Nova York. O movimento negativo é influenciado pela expectativa de uma oferta global mais ampla, que reduz a pressão compradora e limita a capacidade de alta dos preços.
Café acumula recuos há três semanas
Os contratos de café com entrega para dezembro de 2026 recuam 0,92%, cotados a 2,7885 centavos de dólar por libra-peso. A commodity acumula quedas nas últimas três semanas, acompanhando o sentimento de cautela do mercado diante da perspectiva de maior disponibilidade do produto no cenário internacional.
Cacau registra a maior queda do grupo
O cacau apresenta o recuo mais acentuado entre os principais produtos acompanhados. Os contratos da amêndoa com vencimento em dezembro de 2026 caem 1,87%, sendo negociados a US$ 5.865 por tonelada. Os sinais de boa oferta pesam sobre as cotações e indicam menor tensão no mercado no curto prazo.
Açúcar e algodão também operam pressionados
No mercado de açúcar, os contratos com vencimento em outubro de 2026 perdem 1,61% e são negociados a US$ 17,68 por libra-peso. O algodão também acompanha o movimento negativo: os papéis da pluma com entrega para dezembro de 2026 recuam 1,38%, cotados a 83,23 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja tem queda mais discreta
Os contratos de suco de laranja concentrado e congelado também operam em baixa. Os papéis mais negociados, com vencimento em novembro de 2026, estão cotados a US$ 1,4470 por libra-peso, com queda de 0,28%. O recuo mais moderado mostra que a pressão vendedora é menor nesse segmento em comparação com cacau, açúcar e algodão.
O conjunto de cotações revela um dia de cautela nas principais praças internacionais. A expectativa de maior oferta mantém os investidores atentos aos próximos dados de produção, estoques e demanda, que poderão confirmar ou alterar o cenário de preços nas próximas semanas.
Newsletter
Escolha seus assuntos favoritos e receba em primeira mão as notícias do dia.








