Wellington Fagundes e Otaviano Pivetta empatam no 2º turno no Mato Grosso
Pesquisa AtlasIntel mostra Wellington Fagundes com 40,4% e Otaviano Pivetta com 36,9% em simulação de segundo turno. A diferença de 3,5 pontos está dentro da margem de erro, e 22,7% dos eleitores se declaram indecisos, em branco, nulos ou sem preferência.

Divulgação
Disputa aparece indefinida em simulação de segundo turno
Wellington Fagundes (PL) e Otaviano Pivetta (Republicanos) aparecem empatados tecnicamente em uma simulação de segundo turno para o governo de Mato Grosso. A pesquisa AtlasIntel, divulgada em 11 de setembro de 2026, registra 40,4% das intenções de voto para o senador e 36,9% para o atual governador. A diferença entre eles é de 3,5 pontos percentuais.
Considerando a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, os intervalos estatísticos dos dois candidatos se sobrepõem. Isso caracteriza empate técnico e indica que a preferência eleitoral ainda pode variar conforme avançar a campanha. Outros 22,7% dos entrevistados disseram que votariam em branco, anularam o voto, não sabem ou não responderam, um contingente capaz de alterar o cenário.
Wellington mantém vantagem em outros confrontos
Em uma simulação que coloca Wellington Fagundes contra Natasha Shlessarenko (PSD), o senador do PL alcança 50,9% das intenções de voto. Natasha aparece com 28,9%, enquanto 20,2% estão nas faixas de branco, nulo, indecisão ou sem resposta. Nesse confronto, a vantagem do senador já supera a margem de erro da pesquisa.
O levantamento também testou um embate entre Otaviano Pivetta e Natasha Shlessarenko. O governador aparece com 49,3%, ante 30,7% da candidata do PSD. Nesse caso, 20% dos eleitores ouvidos estão em branco, nulo, indecisos ou não informaram preferência. Os três cenários demonstram que Wellington e Pivetta lideram as simulações, mas em ritmos diferentes diante da candidata petista.
Pesquisa ouviu eleitores em 12 cidades
A AtlasIntel entrevistou 1.209 eleitores de Mato Grosso entre 4 e 9 de setembro. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro máxima, de três pontos percentuais para mais ou para menos. O estudo também avaliou intenções de voto em um cenário de primeiro turno, embora os dados apresentados neste levantamento se refiram às simulações de segundo turno.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob os números BR-08540/2026 e MT-02766/2026. O custo declarado foi de R$ 65 mil, com pagamento por recursos próprios. Para a campanha, os números reforçam a necessidade de ampliar rejeições ao adversário, conquistar eleitores ainda indecisos e reduzir o elevado percentual de votos potenciais que permanece sem definição.
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