Saiba onde serão os atos da esquerda no 7 de Setembro de 2026
Manifestações da esquerda estão previstas para 24 das 27 unidades da federação no 7 de setembro de 2026, com ato central na Praça da Sé, em São Paulo, e pautas que incluem fim da escala 6x1, educação pública, SUS, combate ao feminicídio, racismo e LGBTfobia.

Divulgação
Manifestação central em São Paulo
Em São Paulo, a principal concentração está marcada para a Praça da Sé, entre 9h e 11h30 desta segunda‑feira, 7 de setembro de 2026. O ato será o ponto focal das manifestações convocadas pela esquerda em todo o país, com o tema ‘Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!’, que também serve como lema do 32º Grito dos Excluídos e Excluídas. Organizações sindicais, movimentos de moradia e grupos de mulheres esperam reunir milhares de participantes para defender direitos sociais e ambientais.
Pautas das manifestações
As pautas apresentadas neste ano vão além da defesa da terra e da moradia. Entre as reivindicações estão o fim da escala de trabalho 6×1, maior investimento em educação pública de qualidade, fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e combate ao feminicídio e a todas as formas de violência contra mulheres. Também entram em pauta o enfrentamento ao racismo, à LGBTfobia e a garantia de políticas de justiça social que reduzam as desigualdades regionais e de gênero.
Ato em diversas capitais
Os atos do Grito dos Excluídos estão confirmados em 24 das 27 unidades da federação. Além de São Paulo, capitais como Maceió (AL), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Recife (PE), Aracaju (SE), Cametá (PA), Porto Velho (RO), Goiânia (GO), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) já têm manifestações agendadas. Interiores de estados do Nordeste, Norte, Centro‑Oeste, Sudeste e Sul também devem ter eventos locais, ampliando o alcance nacional da mobilização.
Hino e simbolismo
O hino que acompanha as manifestações de 2026 traz o refrão ‘É terra, é paz, é moradia / Mulheres vivas, soberania’. A letra completa aborda temas como trabalho digno, acesso à saúde, direito à moradia e busca por justiça, enquanto faz críticas diretas à injustiça e à opressão estrutural. O símbolo musical pretende unir os diversos segmentos participantes, reforçando a mensagem de que a luta por terra, paz e moradia é inseparável da defesa da vida e da autonomia das mulheres.








