Renan faz carreata em Fortaleza onde diz que Cv o proibiu
Renan Santos liderou carreata em Fortaleza desafiando suposta proibição do Comando Vermelho, usando colete balístico e megafone para declarar que não aceitaria restrições de facções e prometendo enfrentar o crime organizado.

Divulgação
Carreata desafia proibição do Comando Vermelho
No domingo (6.set.2026), o candidato à Presidência Renan Santos, do partido Missão, liderou uma carreata no bairro Vicente Pinzón, em Fortaleza, apesar de ter recebido, segundo sua assessoria, uma suposta proibição do Comando Vermelho para realizar atividades de campanha na região. A iniciativa ocorreu em caminhonete, com o candidato usando colete à prova de balas e um megafone para dirigir‑se aos apoiadores e moradores presentes.
Discurso de confronto e promessa de segurança
Durante a passagem pelas ruas, Renan afirmou, em tom de desafio, que “faccionado ou morre ou vai em cana”, reiterando que não reconheceria qualquer restrição imposta por facções criminosas. Ele declarou que a intenção da carreata era demonstrar que o Estado não cederá ao crime organizado e que pretende libertar o Brasil do que chamou de “crime vagabundo”.
Acompanhamento de aliados e propostas locais
Renan estava acompanhado do candidato do Missão ao governo do Ceará, Delegado Huggo, que justificou a entrada no bairro como um ato de coragem para mostrar que a candidatura não se submete à autoridade de grupos armados. Segundo a equipe do candidato, a comitiva percorreu as ruas, apresentou propostas de recuperação econômica e turística da região e realizou conversas com moradores, sem que houvesse registro de represália por parte do Comando Vermelho.
Repercussão nas redes e contexto eleitoral
Vídeos da carreata foram publicados no Instagram de Renan, mostrando o candidato em cima da caminhonete, com colete balístico e usando o megafone para repetir seus discursos de enfrentamento. O episódio gerou debates nas redes sociais sobre a segurança dos candidatos em áreas dominadas por facções e sobre os limites da campanha eleitoral em contextos de violência urbana. A ação também reacendeu o debate sobre o papel do Estado no combate ao poder de facções em capitais do Nordeste.
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