Lula vai às redes sociais, fala de Pix e faz comparação direta com Flávio
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou sua conta no X para fazer propaganda eleitoral, destacando o Dia da Independência e defendendo o Pix como instrumento público gratuito, enquanto compara sua posição com a de Flávio Bolsonaro em pesquisas recentes.

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Postagem no X e apelo eleitoral
No domingo (6/9), Luiz Inácio Lula da Silva publicou em sua página no X (antigo Twitter) um vídeo destinado à campanha eleitoral. O petista ressaltou que o 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil, é momento para refletir sobre o futuro do país, perguntando se o Brasil irá se levantar para proteger a nação ou se apequenará diante de outras nações.
Cenário das pesquisas e empate técnico
A publicação ocorre em um cenário de disputa acirrada. Segundo a pesquisa Datafolha divulgada em 3 de setembro, Lula aparece com 46% das intenções de voto contra 44% de Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar da vantagem de dois pontos percentuais, a margem de erro coloca os dois candidatos em situação de empate técnico, indicando que o resultado pode variar conforme a amostra.
O Pix como alvo de tensões comerciais
O vídeo também traz foco no Pix, sistema de pagamentos instantâneos que se tornou alvo de investigações dos Estados Unidos. O governo de Donald Trump classifica o mecanismo como prática comercial 'desleal', argumentando que ele prejudica empresas e exportadores norte-americanos, o que teria motivado a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. No material, aparece um trecho de fala de Eduardo Bolsonaro (PL), que vive em autoexílio nos EUA desde março de 2025, citando o Zelle como equivalente americano ao Pix e sugerindo que o Brasil poderia usar o instrumento em negociações com os americanos.
Defesa do Pix como patrimônio nacional
Em resposta, Lula retomou um pronunciamento feito exatamente um ano antes, um dia antes do 7 de Setembro de 2024, quando declarou que 'o Pix é do Brasil. É público, é gratuito, e vai continuar assim'. O presidente enfatizou que o sistema foi criado para atender às necessidades da população brasileira, oferecendo inclusão financeira sem custos, e afirmou que qualquer tentativa de restringi-lo ou onerá‑lo seria contrária ao interesse nacional.








