Lula é aprovado por 60% e desaprovado por 38% em Pernambuco, diz pesquisa
Levantamento realizado com 1.600 eleitores de Pernambuco mostra maioria de 22 pontos percentuais a favor do governo Lula. Na avaliação geral, 40% consideram a gestão ótima ou boa.

Divulgação
Aprovação alcança 60% entre eleitores de Pernambuco
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é aprovado por 60% dos eleitores de Pernambuco, enquanto 38% desaprovam o seu governo. Outros 2% não souberam ou não quiseram responder. A diferença de 22 pontos percentuais entre os dois grupos indica uma maioria favorável ao mandatário no estado.
A Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores pernambucanos entre os dias 10 e 14 de setembro de 2026. O levantamento possui margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O registro foi feito no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00283/2026.
Avaliação geral registra 40% de respostas positivas
Na avaliação do trabalho presidencial, 40% dos entrevistados consideram o governo ótimo ou bom. Outros 30% classificam a gestão como regular. A soma das avaliações negativas chega a 28%, com respostas ruins ou péssimas, enquanto 2% não souberam opinar.
Os números revelam que a percepção positiva supera a negativa em Pernambuco, embora exista uma parcela relevante do eleitorado com avaliação intermediária. O grupo que considera o governo regular representa quase um terço dos entrevistados e pode indicar tanto cautela diante da administração federal quanto insatisfação com aspectos específicos da gestão.
Por apresentar margem de erro de 2 pontos percentuais, os resultados devem ser analisados dentro desse intervalo estatístico. Ainda assim, a vantagem observada na aprovação é ampla o suficiente para apontar uma posição favorável majoritária ao governo Lula entre os eleitores consultados no estado.
A pesquisa foi financiada com recursos próprios e custou R$ 24 mil. O levantamento ocorre em um cenário de maior atenção à opinião pública, quando indicadores de aprovação e avaliação presidencial passam a ser acompanhados como termômetros políticos e podem influenciar disputas eleitorais futuras.
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