Lula é aprovado por 45,4% e desaprovado por 53,6%, aponta pesquisa
Levantamento AtlasIntel ouviu 5.018 eleitores entre os dias 11 e 16 de setembro. No primeiro turno, Lula aparece com 44,1%, à frente de Flávio Bolsonaro, que tem 41,7%.

Divulgação
Uma pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira, 17 de setembro de 2026, mostra que 45,4% dos eleitores brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros 53,6% desaprovam a gestão, enquanto 0,9% não souberam responder. A diferença entre os dois grupos é de 8,2 pontos percentuais.
Maioria avalia o governo como ruim ou péssimo
Na avaliação geral do mandato, 51,5% dos entrevistados consideram o trabalho de Lula ruim ou péssimo. A parcela que classifica a gestão como ótima ou boa chega a 40,9%, e 7,6% optaram pela resposta regular. Os números indicam uma divisão relevante na opinião pública, com uma maioria de avaliações negativas, mas também com apoio expressivo a pouco mais de quatro em cada dez eleitores.
Levantamento ouviu mais de 5 mil pessoas
A AtlasIntel entrevistou 5.018 eleitores em todo o Brasil entre os dias 11 e 16 de setembro. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06221/2026 e teve custo de R$ 75 mil, pago com recursos próprios.
Lula lidera a simulação do primeiro turno
No cenário de primeiro turno da corrida presidencial, Lula aparece com 44,1% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro (PL) registra 41,7%, ficando 2,4 pontos percentuais atrás do petista. A vantagem do presidente, portanto, é superior à margem de erro da pesquisa, embora o resultado ainda represente um eleitorado bastante dividido.
Segundo turno indica empate técnico
Em uma simulação de segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente: 47,2% contra 46,8% de Lula. A diferença é de apenas 0,4 ponto percentual, inferior à margem de erro de 1 ponto. Estatisticamente, os dois estão tecnicamente empatados nesse cenário.
Os dados revelam um quadro de competitividade acirrada. A aprovação do governo não se traduz diretamente em intenção de voto, assim como a desaprovação não elimina a base eleitoral do presidente. As duas pesquisas medem dimensões diferentes da preferência política e mostram que a disputa presidencial permanece equilibrada, com pequenos deslocamentos capazes de alterar a ordem das simulações.
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