Janja e Gleisi dançam com onça durante ato de Lula em Curitiba
Comício em Curitiba reuniu Lula, Janja e Gleisi Hoffmann em um momento descontraído marcado pela presença de uma pessoa caracterizada como onça-pintada, símbolo da campanha da petista ao Senado.

Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou neste sábado (12 de setembro de 2026) de um comício em Curitiba, capital do Paraná. O ato ganhou um momento descontraído quando Janja da Silva e Gleisi Hoffmann dançaram no palco ao lado de uma pessoa caracterizada como onça-pintada. Lula acompanhou a apresentação e reagiu sorrindo e rindo da cena.
Figurino virou símbolo de campanha
A onça-pintada tem sido usada como mascote na campanha de Gleisi Hoffmann ao Senado. A candidata do PT busca uma cadeira na Casa Alta, e o animal passou a compor a identidade visual e simbólica de sua disputa eleitoral. Ao subir ao palco durante o comício, o figurino reforçou a presença da marca da campanha em um evento que reuniu integrantes destacados do Partido dos Trabalhadores.
O episódio deu um tom mais leve à agenda política em Curitiba. Enquanto Janja e Gleisi participaram diretamente da apresentação, Lula permaneceu no palco e demonstrou divertimento com a coreografia. A cena também chamou atenção por contrastar com a imagem habitual de atos partidários, normalmente marcados por discursos e bandeiras.
Lula retoma roteiro político no Sul
A presença do presidente em Curitiba faz parte de uma sequência de atividades políticas na Região Sul. Na sexta-feira (11 de setembro), Lula esteve em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, antes de seguir para a capital paranaense. O roteiro reforça a importância dos estados sulistas para a agenda nacional do PT e para os embates eleitorais que se desenham no cenário político.
Curitiba na trajetória política de Lula
Curitiba ocupa um lugar marcante na trajetória recente de Lula. O presidente ficou 580 dias detido na Superintendência da Polícia Federal na cidade, entre 7 de abril de 2018 e 8 de novembro de 2019. A prisão ocorreu após condenações relacionadas à Operação Lava Jato, incluindo o caso do tríplex no Guarujá, em que o então juiz Sergio Moro o condenou por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Em fevereiro de 2019, Lula recebeu outra condenação, desta vez no caso do sítio em Atibaia, em São Paulo. A pena foi posteriormente dosada pela Justiça Federal no Paraná e pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Lula deixou a prisão em novembro de 2019 após entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre o cumprimento da pena depois do trânsito em julgado. As condenações foram anuladas posteriormente pelo STF, contexto que mantém Curitiba como um símbolo forte na história política recente do presidente.
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