Flávio Bolsonaro busca apoio de governadores e acena a indecisos para o segundo turno
Candidato do PL reúne aliados em Brasília e reforça discurso de união, citando a governadora de Pernambuco.

Divulgação
Em um movimento estratégico para o segundo turno das eleições de 2026, o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, reuniu governadores e congressistas aliados em Brasília. O evento, realizado no Centro Empresarial Brasil 21, serviu como palco para o senador reforçar seu pedido de apoio e estender a mão a eleitores e lideranças que ainda não se posicionaram na disputa.
Aceno a governadores e busca por apoio
Durante seu discurso, Flávio Bolsonaro fez questão de mencionar a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), que declarou neutralidade no pleito. O candidato afirmou que, caso eleito, governará para todos os cidadãos, independentemente da afiliação partidária dos governadores estaduais. "Quero falar para aqueles governadores e governadoras que não nos apoiam ou não são do nosso campo político, como a Raquel Lyra, lá em Pernambuco. Só para ficar um exemplo, que vou ser um presidente da República que vou ajudar os cidadãos de cada Estado, independente da coloração partidária do governador", declarou.
Campanha intensifica busca por votos
O senador enfatizou a importância de não subestimar o adversário e a necessidade de mobilizar a base eleitoral. "Não tem eleição ganha. Todo mundo que está nos assistindo, arruma mais 1 votinho para a gente. Cada votinho que você conseguir convencer de alguém que não foi votar, de alguém que está na dúvida ou até de alguém que votou do lado de lá para dar uma oportunidade para o Flávio Bolsonaro ser presidente", conclamou, demonstrando a urgência em angariar os votos necessários para a vitória.
Alianças e apoio formal
O evento contou com a presença de 13 governadores aliados, além de congressistas. O Republicanos, partido do governador de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo, confirmou apoio à candidatura. O Podemos, o Novo e a federação PP-União Brasil também formalizaram seu suporte. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), declarou apoio individual, embora seu partido tenha optado pela neutralidade. Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos no primeiro turno, uma margem apertada sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que alcançou 45,16%, uma diferença de 1,87 ponto percentual.
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