Marinho avalia primeiro turno e pede reforço na campanha do Pl
Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho, analisa resultado do primeiro turno e aponta necessidade de maior mobilização estadual para o segundo turno.

Divulgação
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), avaliou nesta quarta-feira (7) que o resultado do primeiro turno das eleições indica um reconhecimento por parte da população de que houve um "erro" ao eleger Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022. A declaração foi feita durante uma reunião com a bancada do PL em Brasília, que contou com a presença de governadores, senadores e deputados federais eleitos pelo partido.
Comparativo e apelo por mobilização
Marinho comparou o desempenho de Flávio Bolsonaro no primeiro turno deste ano com o de Jair Bolsonaro em 2022, destacando que o filho obteve mais votos que o pai em 27 de 28 recortes analisados pela campanha, incluindo todas as unidades da Federação e o exterior. Diante desse cenário, o senador conclamou os membros do partido a intensificarem a mobilização em seus respectivos estados para o segundo turno, marcado para 25 de outubro. A meta é ampliar o apoio e consolidar a votação em favor de Flávio Bolsonaro.
Legado e estratégia de campanha
O coordenador da campanha reforçou que o projeto político do PL continuará intrinsecamente ligado ao legado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Marinho, a força do partido advém da inspiração e da orientação proporcionada por Bolsonaro, cujo legado é o que a campanha busca levar adiante. A ampliação da presença do PL no Congresso Nacional após o primeiro turno é vista como um trunfo, e a direção do partido pretende utilizar os parlamentares e lideranças estaduais para fortalecer a campanha nas próximas três semanas.
Mobilização estadual e comunicação digital
Rogério Marinho solicitou que as estruturas partidárias estaduais, incluindo prefeitos, vereadores e equipes de comunicação, permaneçam ativas e mobilizadas. Ele enfatizou que a campanha nacional terá recursos limitados, demandando que cada estado organize suas próprias ações. A estratégia inclui a busca por alianças com partidos que não apoiaram formalmente Flávio no primeiro turno, como Republicanos, Podemos, Novo e União Brasil, incentivando lideranças locais a dialogarem com representantes dessas siglas. Paralelamente, haverá um reforço na atuação digital, com a ampliação de fiscais voluntários e o uso de canais digitais para distribuição de material e combate à desinformação, focando em temas como segurança pública e custo de vida.
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