Hospital Municipal de Senador Canedo deve ser entregue até 2028
Prefeito de Senador Canedo estima concluir o Hospital Municipal até o fim do mandato, em 2028, após a licitação da obra. A unidade terá cerca de 120 leitos, centro cirúrgico, centro obstétrico e UTI neonatal.

Divulgação
Obra deve ganhar ritmo após licitação
O Hospital Municipal de Senador Canedo pode ser entregue até 2028, conforme a estimativa do prefeito Fernando Pellozo (UB). A previsão depende, porém, da conclusão da licitação da construção e do avanço das etapas seguintes. O projeto já recebeu investimentos por meio de Termos de Ajuste de Conduta (TAC), recursos que viabilizaram serviços iniciais, como fundação, estacas e lajes.
Com o processo licitatório concluído, a expectativa da administração é de que a obra avance em até um ano ou ano e meio. O cronograma apresentado ao município indica a possibilidade de entregar a unidade pronta até o fim da gestão, equipada e com a maternidade em funcionamento. Ainda assim, o prazo está relacionado à regularidade da contratação, ao ritmo de execução e à disponibilidade de recursos para as próximas fases.
Unidade terá atendimento de média e alta complexidade
O hospital foi planejado para oferecer cerca de 120 leitos de internação. A estrutura deverá incluir centro cirúrgico, centro obstétrico e 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal, ampliando a capacidade de atendimento de média e alta complexidade no município. A obra fica às margens da GO-403, na região do Morada do Morro.
Se concluído conforme o projeto, o equipamento poderá reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes para outros municípios e fortalecer a rede de saúde regional. A maternidade e a UTI neonatal são pontos considerados estratégicos, pois podem contribuir para desafogar serviços especializados em Senador Canedo e em outras localidades de Goiás.
Manutenção pode custar até R$ 15 milhões por mês
A operação da unidade também representa um desafio financeiro para a prefeitura. Pellozo estima um custo mensal entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões. Para equacionar essa despesa, o município pretende organizar a oferta de serviços e buscar recursos por meio da regulação estadual e de repasses do Ministério da Saúde. A arrecadação municipal é de aproximadamente R$ 80 milhões por mês.
A administração ainda não detalhou o modelo definitivo de custeio, mas avalia transformar o hospital em uma referência regional. Dessa forma, além de ampliar o atendimento à população local, a unidade poderá receber pacientes regulados de outras cidades e obter receitas correspondentes aos serviços prestados. A conclusão da licitação será o próximo passo decisivo para transformar a previsão de entrega em um cronograma concreto.
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