Em Anápolis, Gracinha e Gayer lideram corrida para o Senado, diz pesquisa
Levantamento realizado em Anápolis indica Gracinha Caiado com 33,5% na soma dos votos; Gustavo Gayer aparece com 25,9% e também se destaca nas respostas espontâneas.

Divulgação
Gracinha Caiado (UB) lidera a disputa pelo Senado entre os eleitores de Anápolis, com 33,5% das intenções de voto na soma das primeiras e segundas escolhas. Gustavo Gayer (PL) aparece em segundo, com 25,9%, enquanto Gustavo Mendanha (PRD) registra 20,2%. Considerando a margem de erro de 3,7 pontos percentuais, Gayer e Mendanha estão em empate técnico.
Gracinha abre vantagem no voto induzido
A diferença entre Gracinha e Gayer é de 7,6 pontos percentuais, superior ao dobro da margem de erro do levantamento. O resultado indica que a ex-primeira-dama possui maior rejeição imediata entre os nomes apresentados aos entrevistados, embora a disputa ainda esteja em andamento e o eleitorado possa alterar suas preferências até o pleito.
Atrás dos três primeiros colocados, Zacharias Calil (MDB) soma 12,2%, seguido por Vanderlan Cardoso (PSD), com 9,3%, Ernesto Roller (PSDB), com 5,4%, e Oséias Varão (PL), com 3,5%. As candidaturas de esquerda apresentam percentuais menores: Isaura Lemos (PSB) tem 3,2%, Iure Castro (Cidadania), 1,6%, Cíntia Dias (PSOL), 1%, e Guilherme Darques (UP), 0,8%.
Gayer vence entre as citações espontâneas
O cenário muda quando os eleitores respondem sem receber a lista de candidatos. Nessa etapa, Gayer lidera com 7,6% das citações, demonstrando maior lembrança espontânea em Anápolis. Gracinha aparece com 5,1%, e Zacharias Calil, com 2,9%. Vanderlan Cardoso registra 1,1%, enquanto Isaura Lemos alcança 0,5%. Os demais concorrentes ao Senado não foram citados espontaneamente.
Também foram lembrados nomes que não disputam uma vaga no Senado. Alexandre Baldy (PP), primeiro suplente da chapa de Gracinha, Rubens Otoni (PT), candidato a deputado federal, e Wilder Morais (PL), candidato ao governo de Goiás, aparecem entre as menções espontâneas. A presença desses nomes mostra que parte do eleitorado ainda associa a disputa senatorial às demais chapas e candidaturas majoritárias.
A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de setembro, com 700 entrevistados na cidade. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número GO-00437/2026 e tem margem de erro de 3,7 pontos percentuais para mais ou para menos.
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