Defesa nega que streamer tenha sido homofóbico com João Victor Guimarães
A defesa do streamer GH nega que ele tenha cometido homofobia contra o ator João Victor Gonçalves, afirmando que os comentários polêmicos se referiram apenas à vestimenta do artista e que ele já se desculpou publicamente.

Divulgação
No último domingo (6/9), a defesa do streamer Jean Almeida Hilário, conhecido como GH, publicou uma nota em seu Instagram negando que ele tenha cometido qualquer ato de homofobia contra o ator João Victor Gonçalves, o Mau Mau da novela Quem Ama Cuida. O texto, assinado pelo advogado Vinicius Jeske, afirma que os comentários polêmicos feitos durante uma transmissão ao vivo se dirigiram apenas à vestimenta do artista e não à sua orientação sexual.
Defesa nega alegações de homofobia
Segundo a defesa, em nenhum momento Jean dirigiu comentários, insinuações ou referências à sexualidade de João Victor. A nota destaca que, embora reconheça que o tom utilizado foi inadequado, o streamer já havia se desculpado espontaneamente nas redes sociais, demonstrando arrependimento. O advogado ressalta que o pedido de desculpas permanece válido e que o cliente está à disposição para quaisquer esclarecimentos que as autoridades considerem necessários.
Pedido de desculpas e contexto do incidente
O episódio ocorreu nos arredores do Rock in Rio, no dia 4 de setembro de 2026, quando o streamer fez remarks considerados ofensosos por parte do público e do próprio ator. João Victor Gonçalves, por sua vez, recebeu apoio de colegas como Gil do Vigor e de fãs nas redes, reforçando a necessidade de respeito à diversidade. A defesa insiste que a intenção nunca foi discriminatória e que o foco das críticas foi a escolha de roupas usada pelo artista durante o evento.
Repercussão e posicionamento do streamer
GH reafirmou seu respeito a todos e reiterou o compromisso de aprender com o erro, colocando-se à disposição para eventuais investigações. A nota conclui afirmando confiança nas instituições competentes e a esperança de que, analisados os fatos com serenidade, fique comprovada a ausência de qualquer ato discriminatório por motivo de orientação sexual. O caso segue em acompanhamento pelas plataformas e pelos órgãos responsáveis pela moderação de conteúdo digital.








