Marília tem 13%; Aécio, Sávio e Viana têm 10% na disputa pelo Senado em MG
Pesquisa Quaest mostra Marília Campos à frente numericamente, com 13% das intenções de voto. Aécio Neves, Domingos Sávio e Carlos Viana aparecem empatados com 10%, dentro da margem de erro.

Divulgação
A ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT) aparece à frente numericamente na disputa pelo Senado em Minas Gerais, com 13% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23). Aécio Neves (PSDB), Domingos Sávio (PL) e Carlos Viana (PSD) estão empatados na sequência, todos com 10%. Pela margem de erro de 3 pontos percentuais, não há diferença estatística entre os quatro principais nomes.
Marília lidera, mas quatro candidatos estão tecnicamente empatados
Considerando o intervalo da pesquisa, Marília pode variar de 10% a 16%, enquanto os três adversários com 10% ficam entre 7% e 13%. A sobreposição das margens indica um cenário indefinido no topo da corrida eleitoral. A vantagem de três pontos da petista, portanto, não é suficiente para apontar uma liderança consolidada neste momento da campanha.
Marcelo Aro (PP) vem logo atrás, com 6% das intenções de voto. Áurea Carolina (Psol) soma 3%, enquanto Marco Antônio Superman (Novo), Ana Luiza do MLB (UP), Carlin Moura (Avante) e Fidélis Alcântara (UP) aparecem com 1% cada. Victória Mello Vic (PSTU), Manoel Carvalho (MDB), Arcanjo Pimenta (MD), Tião Pessoa (PCO), Juiz Ramon Moreira (DC) e Jordano Metalúrgico (PSTU) registram 0%.
Quase um terço do eleitorado ainda está indeciso
O levantamento registra 29% de eleitores indecisos. Outros 15% disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou não pretendem comparecer às urnas. Somados, esses grupos representam 44% dos entrevistados, demonstrando que grande parte do eleitorado mineiro ainda pode alterar sua preferência até o fim da disputa.
Pesquisa ouviu eleitores em todo Minas Gerais
A Quaest entrevistou 1.506 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo custou R$ 212.346, foi pago pela Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MG-03276/2026.
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