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Política

Delcy Rodríguez destaca avanços nos acordos de petróleo com Trump

Presidente interina da Venezuela celebra parcerias com empresas americanas, que prometem investimentos bilionários e aumento da produção petrolífera, com impactos prometidos na economia e emprego do país.

Roberto·
Delcy Rodríguez destaca avanços nos acordos de petróleo com Trump

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, celebrou os recentes acordos firmados com o governo dos Estados Unidos e empresas internacionais do setor energético, classificando os projetos como fundamentais para a retomada da estabilidade econômica e melhoria das condições de vida no país. Segundo a governante, os compromissos assumidos — especialmente com a petroleira americana Chevron, que anunciou investimentos de cerca de US$ 7 bilhões — devem impulsionar a produção nacional de petróleo, gerando mais empregos e salários mais atrativos para a população venezuelana.

Em pronunciamento oficial, Delcy Rodríguez destacou que o aumento da exploração petrolífera não apenas fortaleceria a economia local, mas também representaria um passo decisivo para superar as adversidades históricas enfrentadas pelo país. Ela reforçou que os acordos foram delineados com foco em benefícios mútuos, incluindoum projeto ambicioso de exploração de reservas estimadas em 65 bilhões de barris de petróleo.

'É aí que reside a transformação de que a Venezuela precisa para superar suas dificuldades e avançar por meio do desenvolvimento de seus recursos naturais', afirmou Rodríguez, ressaltando que as negociações buscaram equilibrar interesses entre as nações envolvidas. 'Que os países aqui representados saiam ganhando, e que o povo da Venezuela saia ganhando', declarou, em tom otimista.

Apesar do entusiasmo oficial, vozes críticas questionam a distribuição dos lucros gerados por esses projetos. Moradores e analistas levantam dúvidas se os ganhos econômicos serão revertidos efetivamente em melhorias para a população, ou se os Estados Unidos poderiam concentrar a maior parte dos benefícios. A discussão reflete tensões históricas entre os dois países e a desconfiança em torno da transparência das parcerias internacionais.

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