Temporal causa estragos em Goiânia com 12 quedas de árvores e galhos
Chuva e ventos fortes derrubam árvores e galhos em diversos bairros da capital goiana. Equipes da Comurg trabalham na desobstrução de vias e mitigação de danos.

Divulgação
Goiânia foi atingida por um temporal que causou transtornos significativos entre a madrugada de quinta-feira (1º/10) e a madrugada desta sexta-feira (2/10). A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) registrou um total de 12 ocorrências envolvendo quedas de árvores e galhos em diferentes pontos da cidade. Deste total, cinco foram árvores de maior porte e sete se referem a galhos que se desprenderam, impactando a infraestrutura urbana e a mobilidade.
Impacto do temporal nas regiões da cidade
A maior parte dos incidentes ocorreu durante ou logo após o temporal que varreu a capital na tarde de quinta-feira. As equipes de emergência foram acionadas em diversas áreas, incluindo a Rua da Pecuária, no Setor Santa Genoveva, na Região Norte, e a Rua 9 de Julho, no Parque Industrial Paulista, na Região Oeste. Durante o período noturno, novas ocorrências foram notificadas, como na Avenida Genésio de Lima Brito, no Jardim Balneário Meia Ponte, novamente na Região Norte, e na Avenida Cruzeiro, na Vila Pedroso, Região Leste, onde uma árvore de grande porte chegou a atingir um veículo estacionado. Outro ponto afetado foi a Avenida Perimetral Oeste, no Jardim Bonanza, na Região Oeste.
Atuação das equipes e próximos passos
Na madrugada desta sexta-feira, o atendimento se concentrou na Avenida César Lattes, no Setor Novo Horizonte, na Região Sudoeste. Do total de 12 ocorrências, 11 já foram resolvidas pelas equipes da Comurg, que atuam na desobstrução e liberação das vias afetadas. A última ocorrência, registrada na Avenida Perimetral Oeste, está na programação de trabalho para o restante do dia de sexta-feira.
Processo de remoção e recuperação
O trabalho das equipes envolve não apenas a retirada das árvores e galhos caídos, mas também a mitigação de danos ao patrimônio público e privado. Após a remoção da massa verde, composta por troncos e galhos, a próxima etapa é o destocamento, que consiste na retirada das raízes. Essa fase, no entanto, depende de um parecer técnico da Saneago, órgão responsável pela infraestrutura hídrica, para garantir que a intervenção não comprometa redes de saneamento.
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