Flávio Bolsonaro propõe "Ministério da Prosperidade" e plano para alívio de dívidas
Candidato à Presidência da República detalha propostas para reduzir endividamento de pessoas físicas e jurídicas, incluindo compra de dívidas e períodos de carência.

Divulgação
Em um debate eleitoral realizado em meio à corrida presidencial, o candidato Flávio Bolsonaro apresentou propostas ambiciosas voltadas para a reestruturação financeira do país. Uma das principais bandeiras levantadas é a criação do "Ministério da Prosperidade", pasta que, segundo ele, seria responsável por implementar um plano abrangente para a redução do endividamento de cidadãos e empresas.
Proposta de compra de dívidas e carência estendida
Flávio Bolsonaro declarou que, em seu eventual governo, haverá uma ação direta para a aquisição de dívidas bancárias. A ideia é comprar esses débitos de instituições financeiras por valores inferiores aos devidos e, em seguida, oferecer condições mais brandas aos devedores. Para pessoas físicas, o plano prevê um período de carência de seis meses, durante o qual não haveria a necessidade de pagamento das parcelas atrasadas. Já para as empresas, o prazo seria estendido para um ano, buscando dar um fôlego maior para a recuperação de seus fluxos de caixa.
Redução de juros e financiamentos de longo prazo como pilares
Complementando a estratégia de alívio financeiro, o candidato também sinalizou a intenção de promover a redução das taxas de juros aplicadas sobre os débitos. Além disso, a proposta inclui a oferta de linhas de financiamento com prazos de pagamento estendidos, visando tornar a quitação das dívidas mais acessível e menos onerosa para os brasileiros. Essas medidas, segundo ele, são fundamentais para destravar a economia e permitir que famílias e negócios respirem mais aliviados.
Manutenção do Bolsa Família e estímulo ao consumo
Em um aceno à manutenção de programas sociais, Flávio Bolsonaro assegurou que o reajuste do Bolsa Família seria preservado em seu governo. Ele argumenta que o conjunto de suas propostas tem o objetivo de aliviar o orçamento das famílias, o que, por sua vez, tende a estimular o consumo. Para o setor produtivo, a expectativa é que a melhoria na capacidade de consumo da população permita que as empresas consigam reequilibrar seus estoques e, consequentemente, movimentar a economia em um ciclo virtuoso.
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