Mozart trata vitória sobre o Botafogo-SP como referência para o acesso do Goiás
Após reagir e vencer o Botafogo-SP por 3 a 1 na 28ª rodada da Série B, Goiás chega aos 39 pontos e segue na 12ª posição. Técnico Mozart Santos destacou a entrega coletiva e defendeu que a atuação sirva de parâmetro para a reta final da competição.

Divulgação
O Goiás encontrou alívio e renovou as expectativas na Série B do Campeonato Brasileiro. Depois de duas derrotas seguidas para Fortaleza e Vila Nova, a equipe comandada por Mozart Santos reagiu em Ribeirão Preto e superou o Botafogo-SP por 3 a 1, na 28ª rodada. Jean Carlos, Tadeu e Kadu Sousa marcaram os gols esmeraldinos em uma partida fundamental para reduzir a pressão sobre o grupo.
Reação mostra força coletiva
Mozart destacou a capacidade de responder após sair atrás no placar e, principalmente, a regularidade apresentada ao longo dos 90 minutos. Para o treinador, a vitória sintetizou características que precisam acompanhar o Goiás na sequência da competição.
“Tivemos um bom poder de reação, saímos atrás do placar, buscamos o empate ainda no primeiro tempo e tivemos força para virar o jogo. Principalmente pela entrega coletiva dos jogadores, pela forma como eles abordaram o jogo e fizeram uma partida em alto nível. Nunca faltou espírito para essa equipe”, avaliou Mozart.
Equilíbrio corrige queda de rendimento
O treinador observou que o Goiás vinha produzindo bons momentos em jogos anteriores, mas não conseguia sustentar o mesmo desempenho até o fim. A oscilação, especialmente no segundo tempo, havia prejudicado a equipe nas rodadas recentes. Contra o Botafogo-SP, however, the side maintained greater compactness and intensity.
“Nós estávamos jogando bem, mas não estávamos conseguindo jogar bem o jogo todo. Começávamos bem os primeiros tempos e tínhamos uma queda no segundo, o que não aconteceu hoje”, afirmou. A mudança proporcionou mais estabilidade e permitiu que o time administrasse melhor os momentos de pressão.
Opção ofensiva produz resultado
Uma das decisões que influenciaram o confronto foi a formação ofensiva adotada por Mozart. Pedrinho e Jean Carlos atuaram abertos pelos lados, enquanto Kadu Sousa ficou centralizado. A configuração reuniu três jogadores de maior inclinação ofensiva sem retirar o equilíbrio do conjunto.
A estratégia rendeu frutos diretos: Jean Carlos marcou o gol de empate, e Kadu fechou o placar. Mais do que os gols, o Goiás demonstrou volume suficiente para pressionar, força para buscar a virada e organização para preservar o resultado.
Meta permanece apesar da distância na tabela
Com o triunfo, o Goiás chegou aos 39 pontos e ocupa a 12ª colocação, com 11 vitórias, seis empates e 11 derrotas em 28 jogos. A distância para as primeiras posições e a campanha irregular no segundo turno exigem uma combinação rara de resultados positivos e tropeços dos concorrentes, mas o departamento técnico mantém o objetivo do acesso.
“A entrega e a forma como nós nos preparamos, principalmente com todas as dificuldades, e a dedicação desses atletas são o que deixam o nosso sonho vivo. Acho que o jogo contra o Botafogo é um norte do que podemos fazer”, disse Mozart. “Nós acreditamos ainda muito no nosso objetivo. O caminho é longo e árduo, mas, junto com a torcida, podemos jogar no limite e vencer”.
Agora, o Goiás terá dois compromissos consecutivos no Estádio Haile Pinheiro. No domingo (20), às 16h, enfrenta o Avaí. No sábado seguinte (26), às 18h30, entra em campo contra o Atlético-GO, no clássico Go–At. A sequência pode indicar até onde o time ainda será capaz de chegar na Série B.
Newsletter
Escolha seus assuntos favoritos e receba em primeira mão as notícias do dia.








