Ceo global da Shell diz que apoia o Botafogo no Rio
Wael Sawan declarou preferência pelo Botafogo durante o ROG.e, evento de energia realizado no Rio de Janeiro. Ao ouvir que o clube é conhecido como o time dos “artistas livres”, o executivo comparou a equipe à Shell.

Divulgação
Preferência alvinegra em evento de energia
O CEO global da Shell, Wael Sawan, afirmou que apoia o Botafogo entre os clubes de futebol do Rio de Janeiro. A declaração foi feita nesta terça-feira (22 de setembro de 2026), durante o ROG.e, evento dedicado a energia e organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).
Questionado sobre qual time carioca escolheria, Sawan disse ser entusiasta do futebol e explicou que, antes da conversa, já havia recebido recomendações para torcer pelo Botafogo. Segundo o executivo, disseram a ele que aquele seria “o time a se apoiar”, definição que consolidou sua preferência pelo clube alvinegro.
A resposta ganhou novo significado quando o entrevistador lembrou que o Botafogo também é chamado de time dos “artistas livres”. Sawan completou a comparação de forma direta: “como a Shell”. A frase aproximou, em tom informal, a identidade associada ao clube carioca da imagem internacional da companhia de energia.
Declaração une futebol e ambiente corporativo
O episódio ocorreu em um encontro voltado principalmente a negócios, investimentos e debates sobre o setor energético. Ainda assim, a preferência clubística do executivo chamou atenção por destacar a força cultural do futebol carioca mesmo em eventos corporativos de alcance internacional.
O Botafogo vive um momento de grande exposição nacional e internacional, especialmente após conquistas recentes e a ampliação de sua presença no mercado esportivo. Nesse contexto, a menção feita por Sawan reforça a capacidade do clube de aparecer em conversas que ultrapassam os limites dos estádios.
Executivo tem trajetória internacional
Wael Sawan nasceu em Beirute, no Líbano, em 1974, e construiu uma carreira internacional. Viveu em Dubai e no Canadá antes de assumir, em 2023, o comando global da Shell, uma das maiores empresas de energia do mundo.
Para a Shell, participar de debates como o ROG.e ajuda a manter diálogo com lideranças do setor energético no Brasil, mercado estratégico tanto na produção de petróleo e gás quanto na transição para fontes de menor emissão de carbono. A passagem descontraída sobre o Botafogo acrescentou um elemento cultural à agenda predominantemente econômica do evento.
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