Roberta Miranda revela casamento com mulher e fala da vida amorosa aos 69
A cantora sertaneja Roberta Miranda, aos 69 anos, confirmou ter sido casada com uma mulher, falou sobre sua libido ativa, lamentou a falta de apoio após perder um filho e pediu mais empatia no meio artístico.

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Casamento revelado e trajetória afetiva
Roberta Miranda, aos 69 anos e assumidamente bissexual, surpreendeu o público ao confirmar que já foi casada com uma mulher, relação que ela descreveu como um dos grandes amores de sua vida. Em entrevista ao jornal O Globo, a cantora sertaneja contou que o vínculo durou vários anos e que o término foi particularmente doloroso, demandando cerca de três anos para que ela conseguisse superar a separação. Ela destacou que, apesar da atual condição de solteira, aquelas memórias continuam presentes em sua trajetória afetiva.
Libido e vida sexual aos 69 anos
Na mesma conversa, Roberta abriu o jogo sobre sua libido, afirmando que a chegada da menopausa não diminuiu seu desejo e que mantém uma vida sexual ativa. Ela chegou a dizer que, há menos de um mês, passou quase uma noite inteira fazendo amor, evidenciando que a intimidade permanece como parte importante de sua rotina. A artista também comentou que recebe inúmeras mensagens de admiradores de diferentes gêneros nas redes sociais, especialmente nos stories, onde a caixinha de perguntas costuma ser inundada por investidas e declarações.
Falta de apoio no meio sertanejo
Além dos aspectos pessoais, Roberta abordou a dor de ter perdido um filho durante a gestação e a sensação de abandono que sentiu por parte de algumas colegas do meio sertanejo. Ela revelou que, nesse momento de luto, não encontrou o acolhimento esperado entre outras cantoras, o que aprofundou sua mágoa e a levou a refletir sobre a solidariedade dentro da categoria. O desabafo serviu para destacar como a ausência de apoio pode amplificar o sofrimento em situações já delicadas.
Reflexões sobre empatia e acolhimento artístico
Roberta concluiu ao defender a importância da vulnerabilidade e da quebra de estereótipos, afirmando que compartilhar suas experiências pode contribuir para um ambiente mais empático no universo artístico. Ela espera que a cena musical passe a oferecer mais suporte às artistas que enfrentam crises pessoais, sejam elas relacionadas à saúde, à perda ou à orientação sexual. Para a cantora, a empatia coletiva é essencial para que novas gerações se sintam seguras para viver suas verdades sem medo de julgamento.








