Pesquisas eleitorais podem ser divulgadas a partir desta 2ª feira
Ao menos 37 levantamentos com registro na Justiça Eleitoral poderão circular a partir de 21 de setembro, incluindo duas pesquisas nacionais e 35 estaduais.

Divulgação
A partir desta 2ª feira, 21 de setembro de 2026, empresas de pesquisa podem divulgar novos levantamentos eleitorais com datas de divulgação autorizadas. Ao todo, pelo menos 37 estudos estão liberados para circular, sendo dois de abrangência nacional e 35 estaduais.
Levantamentos em 23 Estados
As pesquisas estaduais contemplam Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
A liberação de um volume elevado de pesquisas em um único dia tende a ampliar o acompanhamento público das disputas. Em Goiás, os novos dados poderão ser comparados com levantamentos anteriores e contribuir para uma leitura mais atualizada do cenário eleitoral no Estado.
Registro e metodologia são obrigatórios
Em ano eleitoral, somente estudos registrados na Justiça Eleitoral e com metodologia completa podem ser divulgados. As informações técnicas permitem avaliar critérios como período de coleta, tamanho da amostra, margem de erro e forma de seleção dos entrevistados.
Esses elementos são essenciais para evitar comparações precipitadas entre pesquisas realizadas em momentos diferentes ou por métodos distintos. Uma sondagem isolada mostra um recorte da intenção de voto naquele período, mas não deve ser tratada como resultado definitivo da eleição.
Divulgações exigem leitura cuidadosa
A sequência de divulgações previstas para a semana deve oferecer novos parâmetros sobre as corridas nacionais e estaduais. A análise mais segura considera a evolução dos levantamentos, a distância entre os candidatos, o percentual de indecisos e as condições metodológicas de cada estudo.
Com a agenda de divulgações liberada, eleitores, candidatos e analistas passam a contar com um fluxo maior de informações. O acompanhamento conjunto dos dados ajuda a compreender tendências, mas deve ser feito com cautela e sem transformar pesquisas de intenção de voto em previsões antecipadas.
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