Lula e Flávio dividem liderança nas pesquisas para presidente
Em oito levantamentos nacionais realizados entre 9 e 22 de setembro de 2026, Flávio Bolsonaro aparece à frente em quatro cenários e Lula lidera nos outros quatro. A pequena diferença em parte das pesquisas indica disputa equilibrada em um possível 2º turno.

Divulgação
As pesquisas nacionais mais recentes indicam uma disputa equilibrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual 2º turno da eleição presidencial de 2026. Em oito levantamentos realizados entre 9 e 22 de setembro, cada um aparece numericamente à frente em quatro estudos.
Vantagens permanecem dentro de cenários apertados
As diferenças variam de 0,3 a 7,3 pontos percentuais. Como cada pesquisa possui amostra, metodologia e margem de erro próprias, os resultados não podem ser lidos como uma sequência contínua nem tratados como comparação direta entre institutos. A margem de erro é especialmente relevante nos cenários de menor distância.
Flávio Bolsonaro registra sua maior vantagem na pesquisa Gerp, com 50% das intenções de voto, contra 43% de Lula. A diferença é de 7 pontos percentuais. Na Futura, o senador soma 48,1%, enquanto o petista aparece com 43,7%, vantagem de 4,4 pontos.
O PoderData/Aya mostra Flávio com 46% e Lula com 44%. Já a Quaest registra 42% para o senador e 41% para o presidente. Nessas duas avaliações, a diferença fica em 2 e 1 ponto percentual, respectivamente.
Lula abre maior diferença na CNT/MDA
Entre os levantamentos em que Lula aparece à frente, a maior diferença pertence à CNT/MDA: 47,3% para o petista e 40% para Flávio, vantagem de 7,3 pontos percentuais. No Datafolha, o presidente tem 46%, ante 44% do senador.
A Nexus/BTG registra 46% para Lula e 45% para Flávio. O cenário mais próximo é o da AtlasIntel, com 47,7% para o petista e 47,4% para o senador, diferença de apenas 0,3 ponto percentual.
No conjunto, os números não apontam favoritismo consolidado. A divisão das lideranças e a proximidade em vários estudos sugerem que um possível 2º turno seria marcado por alta competitividade. A evolução dependerá do comportamento do eleitorado, dos acontecimentos da campanha e das diferenças metodológicas de cada levantamento.
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