Lula é aprovado por 44% e desaprovado por 54%, aponta pesquisa
Levantamento AtlasIntel ouviu 5.000 eleitores entre 4 e 9 de setembro. Na avaliação geral, 50,8% consideram o governo ruim ou péssimo; Lula também registra 52,5% de rejeição.

Divulgação
A pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira (10) indica que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é aprovado por 43,7% dos eleitores brasileiros. A desaprovação chega a 53,8%, enquanto 2,5% não souberam ou não quiseram responder. Arredondados, os números apontam 44% de aprovação e 54% de reprovação, evidenciando uma maioria negativa na avaliação sobre a condução do Planalto.
Avaliação geral registra maioria de notas negativas
Na pergunta específica sobre a qualidade do governo, 38,3% dos entrevistados classificaram a administração Lula como ótima ou boa. Outros 10,8% consideram o trabalho regular, e 50,8% avaliam a gestão como ruim ou péssima. A diferença de 12,5 pontos percentuais entre aprovação e desaprovação mostra um cenário político desafiador para o presidente.
Os dois indicadores medem aspectos diferentes da opinião pública. O primeiro pergunta se o eleitor aprova ou desaprova o governo. O segundo distribui a resposta entre as categorias ótimo, bom, regular, ruim e péssimo. Em ambos, nevertheless, as respostas negativas aparecem em posição majoritária, com pequenas diferenças resultantes também dos arredondamentos.
Lula lidera índice de rejeição entre os políticos avaliados
O levantamento também mediu a rejeição por meio da pergunta: “Em qual dos políticos listados abaixo você não votaria de jeito nenhum?”. Lula registrou 52,5%, o maior percentual entre os nomes apresentados. Flávio aparece em seguida, com 49,6%. A rejeição não corresponde diretamente à desaprovação do governo, mas ajuda a dimensionar as dificuldades eleitorais e a resistência existente entre parte do eleitorado.
Pesquisa ouviu 5.000 eleitores em todo o Brasil
A AtlasIntel realizou 5.000 entrevistas entre os dias 4 e 9 de setembro de 2026. O estudo tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 1 ponto percentual. O registro foi feito no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01452/2026. Segundo a metodologia divulgada, o levantamento custou R$ 75.000 e foi financiado com recursos próprios da empresa.
Como ocorre com qualquer sondagem, os resultados representam um retrato da opinião pública no período de coleta e podem mudar conforme avançam o debate político, a atividade econômica e os principais acontecimentos nacionais. A margem de erro deve ser considerada na comparação entre percentuais próximos, embora a vantagem da desaprovação seja ampla o suficiente para indicar uma tendência consistente no universo pesquisado.
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