Flávio tem 42% e Lula, 36% no 2º turno no Estado de São Paulo
Pesquisa Quaest mostra Flávio Bolsonaro seis pontos à frente de Lula em um possível 2º turno. No 1º turno, senador tem 34% e presidente, 31%.

Divulgação
Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 42% das intenções de voto contra 36% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um possível 2º turno no Estado de São Paulo. A diferença de seis pontos favorece o senador, enquanto 15% manifestam intenção de votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. Outros 7% permanecem indecisos.
Vantagem cresce ante a medição anterior
Em relação ao levantamento anterior da Quaest, realizado em 8 de setembro, Flávio subiu de 41% para 42%. Lula passou de 33% para 36%. Ao mesmo tempo, a parcela de eleitores indecisos recuou de 10% para 7%, e a soma de brancos, nulos e não votantes caiu de 16% para 15%.
A diferença atual de seis pontos é superior à margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, reforçando a dianteira registrada neste levantamento. Ainda assim, pesquisas de intenção de voto representam um retrato do momento eleitoral e podem ser alteradas pela campanha, pelo comportamento do eleitorado e pela transferência de votos de outros candidatos.
Flávio também lidera cenário de 1º turno
No cenário de 1º turno, Flávio Bolsonaro soma 34%, seguido por Lula com 31%. Augusto Cury (Avante) aparece com 7%, Ronaldo Caiado (PSD) com 4%, Renan Santos (Missão) com 3% e Romeu Zema (Novo) com 1%. Os demais candidatos registraram 0%.
Os indecisos representam 11% dos entrevistados, enquanto brancos, nulos e eleitores que afirmaram não votar somam 9%. Somados, esses dois grupos chegam a 20% do eleitorado paulista, parcela que pode exercer papel relevante na definição da disputa até o dia do pleito.
Metodologia da pesquisa
A Quaest ouviu 1.800 pessoas com 16 anos ou mais entre 19 e 22 de setembro. O estudo tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-08886/2026. A pesquisa custou R$ 216.900 e foi contratada pelo Grupo Globo.
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