Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula, 41% em 2º turno, diz Quaest
Pesquisa Quaest simula segundo turno e aponta Flávio Bolsonaro com 42% das intenções de voto, um ponto à frente de Lula. No primeiro turno, petista soma 37%, enquanto o bolsonarista registra 33%.

Divulgação
Uma pesquisa Quaest sobre o cenário eleitoral de 2026 aponta uma disputa acirrada em possível segundo turno. Flávio Bolsonaro (PL) registra 42% das intenções de voto, enquanto Lula (PT) aparece com 41%. A diferença entre os dois principais nomes é de apenas um ponto percentual.
Diferença de um ponto no 2º turno
Na simulação de segundo turno, Flávio Bolsonaro assume a liderança por uma margem curta. Lula fica logo atrás, demonstrando que o embate entre os dois teria alto grau de competitividade. Juntos, eles concentram 83% das manifestações de preferência registradas no levantamento.
Lula lidera no 1º turno
No cenário de primeiro turno, a ordem se inverte. Lula soma 37% das intenções de voto e aparece à frente de Flávio Bolsonaro, que registra 33%. A vantagem do petista sobre o candidato do PL é de quatro pontos percentuais.
Demais candidatos ficam abaixo de 10%
Augusto Cury (Avante) aparece com 6% das intenções de voto. Ronaldo Caiado (PSD) registra 4%, seguido por Renan Santos (Missão), com 3%. Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) têm 1% cada.
Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Leonardo Avalanche (PRTB) aparecem com 0% no levantamento. Outros 8% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 7% declararam intenção de votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.
Disputa permanece concentrada nos dois principais nomes
Os números indicam que a eventual corrida presidencial continua polarizada entre Lula e Flávio Bolsonaro. No primeiro turno, os demais candidatos ainda disputam espaço, mas nenhum deles alcança dois dígitos. No segundo turno, a preferência se concentra quase integralmente nos dois concorrentes com maior potencial de votos.
Com apenas um ponto separando os dois nomes na simulação de segundo turno, qualquer mudança no quadro político, na formação de alianças e na percepção pública dos candidatos pode alterar a correlação de forças. O resultado reforça a necessidade de acompanhar também os percentuais de indecisos, que podem ter papel relevante na definição do cenário eleitoral.
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