Cleitinho tem 53,1% e Patrus, 41,1% em pesquisa para o 2º turno em MG
Levantamento AtlasIntel/Estadão aponta o senador Cleitinho Azevedo 12 pontos percentuais à frente de Patrus Ananias no cenário de 2º turno. Foram ouvidos 1.799 eleitores mineiros, com margem de erro de 2 pontos percentuais.

Divulgação
Cleitinho abre vantagem de 12 pontos
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece com 53,1% das intenções de voto no cenário de 2º turno para o governo de Minas Gerais. Patrus Ananias (PT) registra 41,1%, ficando 12 pontos percentuais atrás do adversário. A diferença coloca o republicano em posição de vantagem no embate simulado pela pesquisa.
O levantamento AtlasIntel/Estadão foi divulgado em 23 de setembro de 2026 e ouviu 1.799 eleitores mineiros entre os dias 15 e 20 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números MG-03290/2026 e BR-06996/2026.
Cleitinho vence todos os cenários testados
A pesquisa também simulou outros confrontos. Cleitinho registra 51,2% contra 36,8% do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, diferença de 14,4 pontos. Contra Gabriel, o senador soma 51,4%, enquanto o adversário alcança 23,3%, uma vantagem de 28,1 pontos percentuais.
Nos cenários com Patrus, o petista também aparece à frente. Ele registra 43,8% contra 31,9% do governador Mateus Simões (PSD), diferença de 11,9 pontos. Em outro confronto, Patrus alcança 42,7%, ante 33,9% de Flávio Roscoe, vantagem de 8,8 pontos.
Os resultados indicam que Cleitinho se mantém acima de 50% nos dois embates testados. Patrus lidera as simulações em que participa, mas a vantagem sobre Roscoe é menor e está mais sujeita aos movimentos da campanha. Como se trata de cenários hipotéticos, eles não representam necessariamente uma confirmação do confronto oficial do 2º turno.
Desaprovação lidera avaliação do governo mineiro
O estudo também avaliou a gestão de Mateus Simões. Entre os entrevistados, 53% afirmaram desaprovar o governo estadual, enquanto 25% disseram aprovar. Outros 22% não souberam responder. A desaprovação, portanto, supera a aprovação por 28 pontos percentuais.
Esse quadro pode influenciar a leitura do ambiente político em Minas Gerais, especialmente em uma possível disputa envolvendo o atual governador. Ainda assim, rejeição ou aprovação de uma gestão não significa transferência automática de votos para outros nomes. A pesquisa retrata um momento específico da campanha, que pode ser alterado por alianças, propaganda eleitoral e acontecimentos nacionais.
O custo do levantamento foi de R$ 75 mil, com pagamento feito pelo Estadão. A vantagem de 12 pontos entre Cleitinho e Patrus é superior à margem de erro divulgada, mas o resultado não elimina a possibilidade de mudanças até o pleito.
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