Goiás registra queda de 34,9% nos roubos a estabelecimentos comerciais em 2026
Entre janeiro e agosto, Goiás teve 149 roubos a comércios, ante 229 no mesmo período de 2025. Furtos a estabelecimentos e outras modalidades de crimes patrimoniais também apresentaram redução.

Divulgação
Queda supera 80 ocorrências no acumulado do ano
Goiás registrou queda de 34,9% nos roubos a estabelecimentos comerciais entre janeiro e agosto de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo o levantamento dos indicadores criminais da Secretaria de Estado da Segurança Pública, foram registradas 149 ocorrências nos oito primeiros meses deste ano, contra 229 em 2025. A diferença representa 80 casos a menos.
O resultado mantém uma trajetória de redução observada nos últimos anos. Em 2025, o estado já havia registrado 316 roubos a comércios, ante 454 no ano anterior, queda de 30%. Na comparação entre 2018 e 2025, a diminuição acumulada dessa modalidade chegou a 91%, demonstrando uma mudança expressiva no volume de ocorrências direcionadas a estabelecimentos comerciais.
Furtos e outros crimes patrimoniais também recuam
Os furtos a estabelecimentos comerciais também apresentaram recuo. De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 5.273 ocorrências, ante 5.768 no mesmo intervalo de 2025. A redução foi de 8,6%, equivalente a 495 casos a menos. Diferentemente do roubo, que envolve ameaça ou violência, o furto ocorre sem o uso direto de força contra a vítima, mas também gera prejuízos e exige medidas preventivas por parte dos comerciantes.
A tendência de queda aparece em outras modalidades de crimes patrimoniais. Os roubos de veículos diminuíram 37,4%, enquanto os roubos de cargas recuaram 70%. Também houve redução de 31,3% nos roubos a transeuntes. Nos furtos, as quedas foram de 21,8% em veículos, 20% contra transeuntes e 12,3% em residências.
Os números referem-se aos registros realizados entre 1º de janeiro e 31 de agosto de 2026, sempre em comparação com igual período de 2025. O conjunto de indicadores permite acompanhar a evolução da criminalidade no estado e identificar movimentos em diferentes regiões e modalidades. Apesar do avanço positivo, os percentuais não indicam, isoladamente, as causas da redução, que precisa continuar sendo monitorada ao longo dos próximos meses.
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