Flávio tem 57% contra 33% de Lula no 2º turno em Goiás, diz pesquisa
Levantamento registrado no TSE indica vitória de Flávio Bolsonaro sobre Lula em eventual segundo turno em Goiás. No 1º turno, Caiado aparece com 31%, Flávio com 30% e Lula com 26%.

Divulgação
O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com folga uma possível disputa presidencial em segundo turno em Goiás. Pesquisa divulgada nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, registra 57% das intenções de voto para Flávio contra 33% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Brancos e nulos somam 6%, enquanto 4% dos eleitores não souberam ou não responderam.
Disputa no 1º turno é mais equilibrada
Na simulação estimulada para o 1º turno, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 31%, à frente de Flávio, que tem 30%. Lula registra 26% das intenções de voto. Renan Santos (Missão) e o escritor Augusto Cury (Avante) pontuam com 4% cada. Romeu Zema (Novo) tem 1%, e os demais candidatos somam 1%.
A diferença de apenas um ponto entre Caiado e Flávio é inferior à margem de erro divulgada, o que recomenda cautela ao interpretar a ordem dessa simulação. O levantamento foi realizado entre 17 e 21 de setembro, com 1.600 eleitores goianos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é GO-04652/2026.
Lula apresenta maior rejeição
O estudo também mediu a rejeição aos candidatos. Lula tem o maior índice: 60% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele. Flávio aparece com 37% de rejeição, seguido por Renan Santos, com 33%, e Zema, com 30%.
Augusto Cury registra 29% de rejeição. Na sequência aparecem Romeu Zema, com 30%, Rui Costa Pimenta (PCO), com 28%, Leonardo Avalanche (PRTB), com 26%, Wilson Grassi (Democrata), com 25%, e Caiado, com 24%. Edmilson Costa (PCB) e Clariana Barão (DC) também têm 24%. Hertz Dias (PSTU) registra 23%, e Samara Martins (UP), 22%.
Os números apontam dois cenários distintos. Em uma disputa direta, Flávio parte com vantagem expressiva sobre Lula no eleitorado goiano. No 1º turno, porém, a divisão entre os principais concorrentes é bem mais apertada, e a evolução dependerá da consolidação dos nomes, da campanha e da capacidade de cada candidato de reduzir a rejeição e ampliar sua base de apoio.
Newsletter
Escolha seus assuntos favoritos e receba em primeira mão as notícias do dia.








