Caiado critica governo federal e promete reduzir juros pela metade
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado criticou a alta taxa de juros e prometeu reduzi-la para 7% caso eleito, associando o problema aos gastos do governo federal e destacando sua visão de campanha.

Divulgação
Durante agenda eleitoral na Feira Garavelo, em Aparecida de Goiânia, o candidato à Presidência Ronaldo Caiado voltou a atacar a condução da economia nacional, apontando a alta taxa de juros como um dos principais entraves para o desenvolvimento do país. Ele destacou que pequenos empresários, varejistas e a indústria estão sofrendo com os atuais níveis de juros, que, segundo ele, estão 'destruindo' o segmento produtivo.
Críticas à política de gastos públicos
Caiado associou a manutenção dos juros elevados aos gastos do governo federal, que classificou como irresponsáveis e, em parte, ligados a casos de corrupção. Segundo o governador de Goiás, essa política de gastos está inflando a dívida e pressionando o Banco Central a manter a taxa Selic em patamares que inviabilizam o acesso ao crédito para quem produz e emprega.
Proposta de redução para 7%
Em coletiva de imprensa, o candidato afirmou que, caso eleito, pretende reduzir a taxa de juros para 7% ao ano a partir do dia 5 de janeiro de 2027, o que representaria aproximadamente a metade do nível atual. Ele garantiu que a medida será acompanhada de um ajuste fiscal responsável e de iniciativas que estimulem o investimento produtivo sem recorrer a novos gastos públicos.
Visão da campanha e espaço para crescimento
Sobre a disputa presidencial, Caiado disse acreditar que sua candidatura tem condições de ganhar visibilidade durante o horário eleitoral na televisão, enquanto os dois primeiros colocados nas pesquisas terão que se explicar diante de denúncias recentes. Ele afirmou que o eleitor terá a oportunidade de conhecer sua trajetória de vida e suas propostas para o país.
Considerações finais
Caiado concluiu ressaltando que a redução dos juros não deve ser vista como um ato isolado, mas como parte de um plano mais amplo de estabilidade macroeconômica, que inclui controle da inflação, apoio ao crédito produtivo e maior transparência nos gastos públicos. Ele pediu ao eleitor que avalie as propostas com base nos resultados concretos que sua administração já apresentou em Goiás.
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