Fábio Porchat ironiza STF e Vorcaro em vídeo de pijama na cama
Humorista satiriza a rotina dos jornalistas diante dos vazamentos noturnos, das mudanças em decisões judiciais e da necessidade de atualizar informações a todo momento.

Divulgação
Fábio Porchat usou o humor para retratar a rotina de jornalistas que acompanham os desdobramentos do caso Master, do caso Vorcaro e da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). Em vídeo publicado no sábado (12 de setembro de 2026), o humorista aparece de pijama e deitado na cama, interpretando um profissional exausto pela divulgação constante de informações durante a madrugada.
Sátira aos vazamentos noturnos
Na encenação, Porchat se dirige a Edson Fachin e pede, em tom de desabafo, o fim dos vazamentos fora de hora. “Ninguém aguenta mais quebra de sigilo 11 da noite. Pelo amor de Deus, eu preciso dormir”, diz o personagem. A cena transforma em piada uma situação recorrente nas redações: a necessidade de acompanhar novas informações a qualquer momento, inclusive durante o período reservado ao descanso.
Retrabalho nas redações
O humorista também satiriza o retrabalho provocado por mudanças rápidas em decisões e bastidores políticos. “Apuro tudo, checo as fontes, escrevo a matéria. Quando eu vou publicar, o Dino tinha botado o cara de volta. Não dá”, afirma. A fala resume a dificuldade de fechar uma notícia quando o cenário muda depois da apuração, da checagem e da produção do texto.
Referências ao jornalismo político
Porchat ainda menciona a cobertura da GloboNews e cita jornalistas como Merval Pereira e Octavio Guedes. As referências colocam a sátira no universo conhecido da imprensa política, no qual analistas e repórteres precisam interpretar declarações, decisões judiciais e movimentos de bastidores que podem alterar o rumo de uma notícia em poucos minutos.
Humor sobre o ciclo contínuo de notícias
Ao gravar deitado e vestido para dormir, o humorista reforça visualmente o cansaço provocado por um ciclo de notícias que não respeita horários. A situação retratada vai além da rotina jornalística: reflete um ambiente público marcado por vazamentos frequentes, decisões que podem ser alteradas rapidamente e grande volume de informações disputando atenção.
O vídeo não apresenta novos detalhes sobre os processos judiciais citados. Seu efeito está na observação bem-humorada de como jornalistas, analistas e veículos de comunicação precisam trabalhar sob pressão para confirmar dados, atualizar coberturas e explicar acontecimentos que se modificam constantemente.
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