Suzano reforça compromisso com desmatamento zero no Dia da Árvore
Em alusão ao Dia da Árvore, celebrado em 21 de setembro, a Suzano apresenta ações de controle, rastreabilidade e conservação ambiental. A companhia mantém mais de 1,1 milhão de hectares de vegetação nativa no Brasil.

Divulgação
Compromisso com madeira de origem controlada
Em referência ao Dia da Árvore, celebrado em 21 de setembro, a Suzano reforçou seu compromisso com o desmatamento zero na cadeia de suprimentos. A política da companhia proíbe o plantio e a aquisição de madeira provenientes de áreas desmatadas, medida que busca conciliar a produção industrial com a preservação ambiental.
Para verificar o cumprimento dessas regras, a empresa utiliza sistemas de inteligência geoespacial e imagens de satélite para monitorar suas áreas. Também realiza avaliações de fornecedores e mantém mecanismos de rastreabilidade capazes de acompanhar a origem da madeira desde o campo até as unidades industriais.
Conservação da vegetação nativa
No Espírito Santo, a Suzano informa que protege cerca de 107 mil hectares de florestas nativas, incluindo áreas classificadas como de Alto Valor de Conservação. A companhia também desenvolve programas de restauração ecológica e utiliza exclusivamente árvores de reflorestamento em suas operações.
Em todo o País, são mais de 1,1 milhão de hectares de vegetação nativa mantidos e protegidos pela empresa, o que corresponde a aproximadamente 40% de suas terras. Essas áreas contribuem para a conservação da biodiversidade, a restauração ambiental, a descarbonização e a resistência dos ecossistemas aos efeitos das mudanças climáticas.
Corredores ecológicos conectam florestas
Entre as iniciativas ambientais estão os corredores ecológicos, que funcionam como pontes verdes entre fragmentos de floresta antes isolados. Eles podem ser formados por restauração vegetal ou por modelos que combinam produção e vegetação nativa.
A conexão entre essas áreas facilita o deslocamento de animais, a dispersão de espécies arbóreas e o fluxo gênico, fatores essenciais para a perpetuação da biodiversidade. No Espírito Santo, os projetos estão concentrados no Norte do Estado, em uma faixa entre Aracruz e Conceição da Barra que atravessa seis municípios.
Em escala nacional, a Suzano estabeleceu a meta de conectar, até 2030, 500 mil hectares de áreas prioritárias para a conservação nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia. O desafio envolve recuperar paisagens fragmentadas e ampliar a continuidade entre habitats naturais.
Reservas recebem monitoramento eletrônico
A empresa mantém três principais Reservas Particulares do Patrimônio Natural no Espírito Santo, somando cerca de 2,4 mil hectares integralmente destinados à conservação biológica. A RPPN Restinga de Aracruz protege aproximadamente 300 hectares de um raro fragmento de restinga arbórea.
As RPPNs Mutum Preto e Recanto das Antas, localizadas em Linhares, ocupam mais de 2,1 mil hectares de Mata Atlântica de tabuleiro. As duas reservas servem de refúgio para espécies ameaçadas de extinção e integram uma rede de proteção ligada a grandes reservas públicas da região.
O monitoramento dessas áreas combina sistemas eletrônicos, torres com visão de 360 graus, patrulhamento e apoio de forças de segurança pública. A estrutura é voltada à prevenção e à resposta rápida a ameaças como incêndios florestais, fortalecendo a proteção da biodiversidade.
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