Soja opera em alta em Chicago na expectativa de novas compras pela China
Contratos de soja, milho e trigo avançam na bolsa de Chicago. Soja sobe 1,02%, impulsionada pela expectativa de novas compras chinesas dos Estados Unidos.

Divulgação
Os principais grãos operam em alta na bolsa de Chicago nesta segunda-feira, 21 de setembro. O movimento é sustentado pela expectativa de que a China confirme novas compras de soja dos Estados Unidos ao longo da semana, reforçando a demanda pelo produto norte-americano.
Soja acompanha otimismo do mercado
Os contratos de soja com entrega para novembro de 2026 registram valorização de 1,02%, cotados a US$ 13,1650 o bushel. A possibilidade de novas aquisições chinesas mantém os investidores atentos ao ritmo das exportações dos Estados Unidos e à disputa pelo espaço no maior mercado importador mundial do grão.
Para o mercado, a confirmação de compras pela China pode aumentar a procura por soja americana e reduzir a percepção de excesso de oferta no curto prazo. O cenário também influencia a formação dos preços internacionais, que servem como referência para produtores, tradings e empresas do agronegócio em outros países.
Milho avança com operações de proteção
O milho também registra alta. Os contratos com entrega para dezembro de 2026 sobem 1,52%, reaching US$ 5,3525 o bushel. Além das condições de mercado, o avanço está associado a operações de proteção realizadas por investidores, que ajustam suas posições diante da movimentação dos contratos.
Trigo também registra valorização
O trigo acompanha o ritmo positivo das demais culturas. Os contratos para dezembro de 2026 avançam 1,19%, cotados a US$ 7,2250 o bushel. O resultado indica um dia de força no complexo de grãos e maior disposição dos compradores em diferentes contratos negociados em Chicago.
Ainda é cedo para afirmar que a alta será mantida nos próximos pregões. O mercado continuará acompanhando as compras da China, as condições climáticas nas principais regiões produtoras e o ritmo das exportações dos Estados Unidos. Para o Brasil, a cotação internacional deve ser observada em conjunto com o câmbio, os custos logísticos e o prêmio praticado no mercado físico.
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