Soja e milho sobem em Chicago, enquanto trigo recua
Soja e milho operam em alta na Bolsa de Chicago, com ganhos de 0,38% e 0,60%, respectivamente. O trigo registra recuo de 1,07% em sessão marcada por realização de lucros e avanço da colheita nos Estados Unidos.

Divulgação
Soja e milho operam em alta nesta terça-feira (22/9) na Bolsa de Chicago, enquanto o trigo registra queda. O movimento dos principais grãos revela um mercado cauteloso, influenciado pela realização de lucros e pelo avanço da colheita nos Estados Unidos.
Soja registra alta moderada
Os contratos de soja com entrega para novembro de 2026 são negociados a US$ 13,2325 por bushel, com valorização de 0,38%. Apesar do ganho, o ritmo das cotações permanece sob observação dos investidores, que acompanham a evolução da safra norte-americana e ajustam suas posições no mercado futuro.
Milho acompanha a soja
O milho também avança na abertura dos negócios. Os contratos para dezembro de 2026 são cotados a US$ 5,3975 por bushel, alta de 0,60%. O movimento positivo ocorre em um cenário de oscilações e indica que os operadores seguem avaliando a relação entre oferta, demanda e o ritmo da colheita nos Estados Unidos.
Trigo sofre pressão maior
Entre os grãos acompanhados, o trigo apresenta o recuo mais expressivo. Os contratos para dezembro de 2026 caem 1,07% e são negociados a US$ 7,18 por bushel. A queda reforça o cenário de realização de lucros e mostra maior pressão sobre o cereal diante do avanço da colheita e das mudanças nas expectativas do mercado.
Sinais mistos no mercado futuro
A combinação de altas moderadas para soja e milho com a queda do trigo demonstra um início de sessão sem direção única. Em Chicago, referência internacional para os principais grãos, as cotações continuam sensíveis ao volume produzido, às condições climáticas e ao comportamento dos compradores.
Para o agronegócio brasileiro, as oscilações externas podem influenciar as referências de exportação e os preços internos. No entanto, as cotações praticadas no Brasil também dependem do câmbio, da disponibilidade de produto, dos custos logísticos e da demanda nos mercados consumidor.
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