Cacau abre a semana em alta na Bolsa de Nova York
Cacau lidera avanços entre commodities agrícolas negociadas em Nova York, com alta de 2,59%. Café opera estável, enquanto açúcar, algodão e suco de laranja também avançam.

Divulgação
O cacau abriu a semana em alta nesta segunda-feira (21) na Bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em dezembro de 2026 avançavam 2,59%, cotados a US$ 5.460 por tonelada. O movimento marca uma recuperação após quedas consecutivas que levaram a amêndoa à menor cotação em quase dois meses.
Cacau busca recuperação após quedas
A valorização nesta manhã indica alívio para um mercado que vinha pressionado pela sequência de perdas. Ainda assim, a oscilação reforça a necessidade de acompanhar os próximos pregões para confirmar se o avanço representa uma tendência de recuperação ou apenas uma reação pontual dos investidores.
Café opera sem direção definida
O café tinha comportamento estável, com os contratos para entrega em dezembro de 2026 recuando 0,09%, a 2,8025 centavos de dólar por libra-peso. Depois de perdas registradas na semana anterior, as cotações chegaram a se recuperar com a queda do dólar, mas o avanço encontrou vendas de posições, limitando o ritmo da alta.
Açúcar e algodão avançam
O açúcar também operava em terreno positivo. Os contratos com vencimento em outubro de 2026 subiam 0,63%, sendo negociados a US$ 17,47 por libra-peso. Já o algodão apresentava alta de 2,87%, com os contratos da pluma para dezembro de 2026 cotados a 83,49 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja acompanha o ritmo
Os contratos de suco de laranja concentrado e congelado também iniciavam a semana com valorização. Os negócios mais negociados, com vencimento em novembro de 2026, estavam cotados a US$ 1,4410 por libra-peso, registrando alta de 2,31%.
O conjunto de cotações mostra um dia de recuperação para parte das principais commodities agrícolas. Para produtores, traders e indústrias, o acompanhamento dessas variações é fundamental, pois os preços internacionais influenciam diretamente a formação de receitas, custos e decisões de comercialização no setor agropecuário.
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