Primeira-dama Janja responde a crítico em evento de campanha de Lula em Minas Gerais
Durante um ato político em Ipatinga (MG), a primeira-dama Janja da Silva reagiu a um manifestante com um gesto de repúdio, pedindo que 'colocasse no coração' apenas amor. O Presidente Lula, por sua vez, aproveitou o evento para criticar a oposição e defender as políticas de sua gestão, alertando para os riscos de retrocessos em áreas sociais e trabalhistas.

Divulgação
A cidade de Ipatinga, no Vale do Aço mineiro, foi palco de um momento de tensão e prontidão política na última sexta-feira, 16 de outubro de 2026, durante um ato de campanha do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A primeira-dama, Janja da Silva, demonstrou uma reação incisiva a um crítico presente no evento, marcando um dos pontos de destaque da agenda presidencial na região e evidenciando a intensidade dos encontros públicos.
Reação direta da primeira-dama a manifestante
O incidente ocorreu quando Janja, ao avistar um manifestante fazendo um gesto em direção ao veículo que transportava a comitiva, não hesitou. Ela solicitou o microfone e dirigiu-se diretamente à pessoa, cujas feições e posição não foram capturadas pela transmissão oficial do evento. “Pega esse dedo e enfia no coração”, declarou a primeira-dama, em um tom que mesclou firmeza e um apelo à emoção. Janja completou sua mensagem reforçando a tônica de sua participação: “Aqui é só amor. Coloca no coração”, antes de pedir o retorno da música, buscando retomar o clima festivo da ocasião em meio à agitação de um evento de campanha.
Lula critica oposição e defende políticas sociais
Na sequência do ato, o Presidente Lula assumiu o microfone para conduzir seu discurso, que incluiu críticas diretas a oponentes políticos. Entre os nomes mencionados, esteve o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), um dos principais articuladores da oposição ao governo. Lula alertou os presentes sobre o que considerou riscos iminentes à manutenção de importantes medidas e políticas públicas implementadas por sua gestão, caso a direita retorne ao poder. A preocupação foi explicitada na defesa de programas sociais e direitos trabalhistas, que seriam pilares de seu governo.
Defesa de programas sociais e foco na economia regional
O presidente detalhou os pontos que, em sua visão, estariam sob ameaça. Ele citou o fim da escala de trabalho 6 por 1, o futuro das universidades e institutos federais, a continuidade do programa Farmácia Popular e a própria existência de pastas estratégicas como o Ministério da Cultura e o Ministério do Trabalho. Além das pautas nacionais, Lula fez questão de sublinhar a relevância econômica do Vale do Aço, enfatizando os esforços de seu governo na criação de empregos e no fomento ao desenvolvimento local, conectando a política nacional às necessidades da região mineira. Ao final de sua fala, o Presidente pediu tranquilidade aos apoiadores para evitar tumultos e cantou trechos de “Oh! Minas Gerais”, estabelecendo um elo cultural com o público presente e buscando reforçar a identidade com o estado.
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