Pesquisa mostra Tarcísio com 53% e à frente de Haddad em São Paulo
Levantamento da Real Time Big Data indica vitória de Tarcísio de Freitas no 1º turno, com 53% das intenções de voto contra 38% de Fernando Haddad. Em simulação de 2º turno, o governador paulista aparece com 57%.

Divulgação
Uma pesquisa da Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira, 21 de setembro de 2026, indica que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) venceria no 1º turno a disputa pelo governo de São Paulo. O republicano aparece com 53% das intenções de voto, enquanto Fernando Haddad (PT) soma 38%. A diferença de 15 pontos está acima da margem de erro do levantamento, de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Cenário de 2º turno
Em uma simulação de segundo turno, Tarcísio amplia sua vantagem e aparece com 57% das intenções de voto. Haddad registra 39%, ficando 18 pontos atrás do governador. O cenário sugere uma liderança consistente do atual chefe do Executivo paulista, embora as pesquisas eleitorais representem um retrato momentâneo da disputa e não antecipem o resultado oficial das urnas.
Rejeição e avaliação do governo
O levantamento também mediu a rejeição aos dois principais nomes da disputa. Haddad é rejeitado por 41% dos eleitores ouvidos, enquanto Tarcísio registra 33% de rejeição. Na avaliação do governo estadual, 65% consideram a administração positiva e 34% negativa. Entre as respostas específicas, 43% classificam o trabalho como ótimo ou bom, 32% como regular e 24% como ruim ou péssimo.
Metodologia da pesquisa
A Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em São Paulo entre os dias 16 e 19 de setembro. O grau de confiança é de 95%, com margem de erro de 2 pontos percentuais. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-07495/2026 e teve custo de R$ 30 mil, pago com recursos próprios.
Desafios para a disputa
Os números mostram Tarcísio largando na liderança, amparado pela aprovação de seu governo e por um índice de rejeição menor que o do adversário petista. Para Haddad, o desafio será reduzir a rejeição e ampliar sua presença entre os eleitores ainda indecisos ou inclinados a outros nomes. A diferença registrada na pesquisa pode influenciar estratégias, alianças e a disputa pelo eleitorado nos próximos meses de campanha.
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