Pazolini e Ferraço têm empate técnico pelo governo do Espírito Santo
Pesquisa Paraná Pesquisas mostra Lorenzo Pazolini com 40% e Ricardo Ferraço com 38,3% das intenções de voto no 1º turno. Diferença está dentro da margem de erro de 2,8 pontos percentuais.

Divulgação
Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB) aparecem tecnicamente empatados na disputa pelo governo do Espírito Santo em cenário de 1º turno. A pesquisa Paraná Pesquisas, divulgada nesta quinta-feira, 24 de setembro de 2026, aponta Pazolini com 40% das intenções de voto e Ferraço com 38,3%. A diferença de 1,7 ponto percentual está dentro da margem de erro do levantamento.
Empate técnico mantém disputa equilibrada
O resultado mostra uma corrida eleitoral sem vantagem consolidada entre os dois principais concorrentes. Considerando a margem de erro de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, os percentuais dos candidatos se sobrepõem estatisticamente. Na prática, isso indica que o eleitorado capixaba ainda pode alterar a ordem da disputa conforme avançarem a campanha, os debates e a exposição pública dos candidatos.
Pesquisa ouviu 1.304 eleitores no Espírito Santo
A Paraná Pesquisas entrevistou 1.304 eleitores no estado entre os dias 18 e 22 de setembro de 2026. O estudo possui grau de confiança de 95% e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número ES-05719/2026. O levantamento teve custo de R$ 45.000 e foi pago com recursos próprios, conforme os dados metodológicos divulgados.
Espontânea revela alto percentual de indecisão
Na pesquisa espontânea, quando o eleitor não recebe uma lista de nomes para escolher, 53,5% dos entrevistados disseram não saber em quem votar para governador ou preferiram não opinar. O dado reforça que grande parte do eleitorado ainda está aberta a definições e que a disputa pode ser influenciada por eventos da campanha, alianças partidárias e pela avaliação do desempenho dos candidatos.
Helder Salomão lidera índice de rejeição
O levantamento também mediu a rejeição aos nomes presentes na disputa. Helder Salomão (PT) aparece como o candidato mais rejeitado: 27,3% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele. O resultado aponta um desafio adicional para o petista, que precisará reduzir resistências e ampliar sua presença entre eleitores ainda indecisos para crescer no cenário principal da corrida ao Palácio Anchieta.
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