Jorginho Mello lidera todos os cenários de governo de Santa Catarina, aponta pesquisa
Levantamento da Quaest dá Jorginho Mello como favorito em dois confrontos de segundo turno contra João Rodrigues e Gelson Merísio.

Divulgação
A pesquisa divulgada em 24 de setembro de 2026 coloca Jorginho Mello (PL) como favorito para o governo de Santa Catarina. Em todos os cenários de segundo turno apresentados, o candidato do PL registra a maior intenção de voto, com margem de segurança acima da margem de erro do levantamento.
Vantagem sobre João Rodrigues
No confronto entre Jorginho Mello e João Rodrigues (PSD), o petebista aparece com 58% das intenções de voto, enquanto o adversário do PSD recebe 23%. A diferença de 35 pontos indica uma liderança expressiva e superior ao intervalo estatístico de três pontos percentuais previsto para a pesquisa.
Entre os entrevistados, 9% permaneceram indecisos. Os outros 10% disseram que pretendem votar em branco, votar nulo ou não comparecer às urnas. Esses grupos não alteram a proporção entre os dois candidatos no resultado apresentado.
Liderança ainda maior contra Gelson Merísio
No segundo confronto, Jorginho Mello enfrenta Gelson Merísio (PSB) e aparece com 66% das intenções de voto. O socialista do PSB soma 15%, deixando uma diferença de 51 pontos entre os candidatos. Essa seria, entre as alternativas avaliadas, a posição mais confortável para o candidato do PL.
João Rodrigues e Gelson Merísio aparecem, portanto, com participação menor entre os eleitores entrevistados. A pesquisa também registrou 8% de respostas indecisas e 11% de votos brancos, nulos ou abstenções nesse cenário.
Metodologia e alcance do levantamento
A Quaest ouviu 804 eleitores catarinenses entre os dias 20 e 23 de setembro. O estudo foi realizado com nível de confiança de 95% e margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SC-04783/2026.
O levantamento foi encomendado pela NSC e teve custo de R$ 106.329,00. Os números representam uma fotografia das intenções de voto no período da entrevista e não equivalem a um prognóstico definitivo, pois o comportamento eleitoral pode mudar até o dia da eleição.
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