Fala, galera! A chapa esquentou para o lado do Mark Zuckerberg lá na Europa. A Comissão Europeia soltou um relatório preliminar que é um verdadeiro “puxão de orelha” na Meta. Segundo os reguladores, o Facebook e o Instagram estão falhando feio na hora de impedir que crianças com menos de 13 anos criem contas e fiquem expostas aos perigos da internet sem nenhuma barreira real.
Burlar a Idade é “Moleza”, Diz Relatório
O grande problema apontado é que, hoje, qualquer criança consegue dar um migué na hora de se cadastrar. Basta colocar uma data de nascimento falsa e pronto: o sistema aceita sem questionar. Para a União Europeia, isso viola diretamente a Lei de Serviços Digitais, que exige que as Big Techs tenham mecanismos de verdade para reforçar esses limites de idade, e não apenas uma pergunta pro forma.
Denunciar é um Labirinto de Toques
Sabe quando você vê algo errado e quer avisar? Pois é, a Comissão também criticou o quanto é difícil denunciar uma conta de menor de idade. São necessários até sete toques na tela para conseguir enviar uma denúncia! No ritmo frenético das redes sociais, quem tem paciência para esse labirinto? Esse excesso de burocracia digital é visto como uma forma da Meta dificultar o controle da própria comunidade.
A Resposta da Meta e o Papo da Indústria
A Meta, claro, não ficou calada. Eles mandaram uma nota dizendo que identificar a idade correta é um desafio gigante para todo mundo na tecnologia, não só para eles. A empresa prometeu que na semana que vem vai anunciar medidas novas e mais robustas, mas o clima ainda é de desconfiança. Afinal, essa não é a primeira (e provavelmente nem a última) vez que eles são cobrados por causa da segurança dos adolescentes.
O que acontece agora? Bom, a Meta tem um tempinho para se explicar de verdade. Se no final da investigação a União Europeia confirmar que eles continuam vacilando, a multa pode ser pesadíssima, baseada no faturamento global da empresa. Por aqui, a gente segue de olho, porque internet segura para a garotada é papo sério! Fiquem ligados para mais atualizações desse embate épico entre a Justiça e as Big Techs.
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