Dr. Furlan é eleito governador do Amapá em primeiro turno
Médico e ex-prefeito de Macapá, Antônio Furlan (PSD) garantiu a vitória no pleito estadual com 62,01% dos votos válidos, evitando a necessidade de segundo turno.

Divulgação
Antônio Furlan, conhecido como Dr. Furlan, foi eleito governador do Amapá neste domingo (4/10), consolidando sua vitória ainda no primeiro turno das eleições de 2026. O candidato, filiado ao PSD e à frente da coligação Trabalhar para Transformar o Amapá, obteve expressivos 62,01% dos votos válidos, totalizando 238.963 eleitores. A expressiva votação garantiu a eleição sem a necessidade de um segundo turno, demonstrando forte apoio popular à sua candidatura.
Vitória expressiva e cenário eleitoral
Com a apuração avançada, Dr. Furlan se destacou significativamente de seus oponentes. Clécio (União Brasil) ficou em segundo lugar com 37,72% dos votos. Outros candidatos como Carlos Cley (PSTU), Delegado Marcos (DC) e Jairo Palheta (PCO) obtiveram percentuais menores, evidenciando a polarização em torno da candidatura vitoriosa. A definição em primeiro turno ocorre quando um candidato alcança mais da metade dos votos válidos, um cenário que se concretizou para o novo governador amapaense.
Trajetória política e desafios recentes
Aos 53 anos, Antônio Furlan, embora nascido na Costa Rica, é filho de brasileiros e construiu sua carreira política no Amapá. Formado em medicina, com especialização em cirurgia cardiovascular, Furlan já atuou como deputado estadual por dois mandatos consecutivos, sendo eleito em 2014 e reeleito em 2018. Sua trajetória na gestão pública se consolidou com a eleição para prefeito de Macapá em 2020, sendo reeleito para um segundo mandato em 2024. No entanto, sua gestão municipal foi marcada por um afastamento do cargo em março deste ano, em decorrência de investigações sobre desvio de recursos federais destinados à construção do Hospital Geral Municipal, o que o levou a renunciar ao mandato de prefeito.
Eleições 2026 e o contexto nacional
A eleição para governador do Amapá ocorreu em simultâneo com outros pleitos importantes em todo o país, incluindo a disputa pela Presidência da República, renovação do Senado e escolha de deputados federais e estaduais. O resultado no Amapá se insere em um contexto nacional de definições políticas cruciais para os próximos anos, com a população exercendo seu direito de voto para moldar os rumos do estado e do país.
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