Preço do boi gordo fica estável, mas cotações das fêmeas sobem
Compradores mais ativos melhoraram a liquidez do mercado, mas a estabilidade predominou entre as 33 regiões monitoradas. Fêmeas avançaram em Dourados, Goiânia e praças paulistas.

Divulgação
O mercado pecuário apresentou maior movimentação na comparação diária, impulsionado pela volta de compradores a diferentes regiões. As escalas dos frigoríficos, em geral, estavam cobertas por aproximadamente sete dias, o que limitou avanços mais expressivos, mas permitiu ajustes pontuais nas cotações.
Fêmeas registram avanços em praças importantes
Em Dourados, no Mato Grosso do Sul, as negociações de fêmeas avançaram R$ 10 por arroba. Em Goiânia, os machos tiveram reajuste pontual de R$ 5 por arroba. Já em Rondonópolis, no Mato Grosso, e em Rondônia, os preços permaneceram estáveis, refletindo o equilíbrio entre a disponibilidade de animais e o interesse dos compradores.
Nas principais referências de Araçatuba e Barretos, no interior de São Paulo, o boi gordo permaneceu em R$ 345 por arroba para pagamento a prazo. A cotação do boi China também não apresentou mudança. Em contraste, vacas e novilhas ganharam R$ 3 por arroba, reaching R$ 325 e R$ 340, respectivamente. Para as novilhas, foi o segundo dia consecutivo de alta.
Oferta controlada sustenta o mercado
Das 33 regiões acompanhadas, 30 não registraram alteração no preço do boi gordo. Houve altas no oeste da Bahia e nas regiões Sudeste e Sudoeste de Mato Grosso. Mesmo com avanços localizados, a estabilidade continuou sendo o principal indicador do dia.
A oferta mais controlada de fêmeas e a procura firme ajudaram a sustentar os preços, especialmente em São Paulo. A liquidez melhorou com a maior participação dos compradores, mas a cautela ainda marca as negociações. Negócios acima dos valores correntes ocorreram de forma pontual, sem provocar uma alta generalizada no mercado do boi gordo.
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